Crítica | MIB: Homens de Preto – Internacional 18
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Crítica | MIB: Homens de Preto – Internacional

MIB: Homens de Preto é uma franquia mundialmente famosa e já funcionou muito bem no passado, com o primeiro filme em 1997, e o último até então em 2012.

Sete anos depois, MIB: Homens de Preto Internacional chega com o peso de dar longevidade a franquia, com nomes como Chris Hemsworth e Tessa Thompson no elenco, e apesar de funcionarem muito bem como seus personagens na Marvel, os roteiristas não deram tanta liberdade para eles brilharem em tela.

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A história de MIB: Homens de Preto Internacional acompanha Molly (Tessa Thompson), uma criança que presenciou a abordagem de dois agentes do MIB aos seus pais, apagando a memória deles acerca da súbita aparição de um ser extraterrestre. Desde então, ela tem trabalhado para ingressar como uma agente da MIB e, como esperado, consegue entrar na instituição de agentes secretos, até que o ela conhece o agente H (Chris Hemsworth), de grande renome pelos seus feitos no passado, mas uma certa arrogância e displicência na execução do trabalho.

Ambos os protagonistas já mostraram que podem e sabem fazer muito mais, tanto que Thor: Ragnarok funcionou muito bem, e mesmo que Thompson e Hemsworth tenham química, em alguns momentos eles parecem meio perdidos ali.

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Os roteiristas Matt Holloway e Art Marcum falham em elevar o potencial dos atores ao universo de MIB, e apesar de ter alcançado o topo da bilheteria mundial, o longa amarga com a pior bilheteria de abertura da franquia.

A história é frenética e tem tudo que esperamos de um filme de MIB, com alguns easter eggs e fanservice bem claros em tela, mas, ao mesmo tempo a ameaça genérica de perigo batido de Alien invadindo à terra, tira um pouco do peso emocional do filme.

MIB: Homens de Preto Internacional prova que a franquia pode se renovar e, mesmo com alguns deslizes, mostra que o futuro pode ser promissor para os “Homens de Preto”, basta estar nas mãos (roteiristas/diretores) certas.

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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