Crítica | Toy Story 4 6
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Crítica | Toy Story 4

Quando Toy Story 3 (2010) foi lançado o público achou que a história dos brinquedos se encerraria ali, com o personagem Andy deixando seus brinquedos queridos com Bonnie, uma garotinha da vizinhança, e parte para a faculdade, porém ninguém estava preparado para Toy Story 4, uma nova história com Woody, Buzz Lightyear, Bonnie e vários novos personagens.

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Woody sempre foi confiante a respeito de seu lugar no mundo, e sua prioridade é tomar conta de suas crianças, seja Andy ou Bonnie. Mas quando Bonnie adiciona um relutante novo brinquedo ao seu quarto, apelidado de “Garfinho”, uma aventura junto a velhos e novos amigos vai mostrar a Woody o quão grande o mundo pode ser para um brinquedo.

Garfinho é uma ótima adição ao elenco, pois apesar de ser apenas um garfo de plástico, ele foi feito pela Bonnie, ou seja, se tornou um brinquedo importante para ela e depois de alguns acontecimentos do filme (sem spoilers), fica a pergunta: “O que significa estar perdido?

Woody, sempre superprotetor e apegado ao seu passado, cria várias situações nem tão necessárias, colocando seus amigos em perigo e, para variar um pouco, garante várias sequências divertidas, que vão desde bonecos assustadores, até reencontro com antigos personagens, que é caso de Betty, a pastora que estava “perdida” por 7 longos anos, mas vai mostrar para o Woody que nem tudo parece ser como é, existem outras formas de viver nesse mundo, levantando várias questões válidas, que podemos aplicar facilmente na vida real.

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Toy Story 4 é um ponto fora da curva de Hollywood, que as vezes acaba com as franquias tentando prolonga-las por muito tempo, mas aqui está a prova de que às vezes, “mais é melhor”.

O filme é um presente para os fãs dos brinquedos mais famosos da Disney/Pixar, pois além de apelar para o lado nostálgico, também explora novos caminhos e desenvolve os personagens antigos, sem se perder no meio do caminho, tudo que acontece no filme faz sentido, e a mesma mensagem será interpretada de várias formas, dependendo da sua idade. É um filme para crianças? Sim. Mas como todo filme da Pixar, tem várias lições de vida nas entrelinhas, e vai emocionar o público de todas as idades.

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Apesar de não atingir o ápice emocional de Toy Story 3, a nova aventura dos brinquedos da Pixar se prova eficiente, e muito bem construída, dando um “desfecho” digno para os nossos personagens favoritos, mas nada impede de fazerem um Toy Story 5, 6 e aí por diante … até porque a “cena pós-créditos” e o final do filme deixam um ganho para o futuro.   

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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