Death Note - Primeiras críticas do filme são liberadas! 3
Cinema

Death Note – Primeiras críticas do filme são liberadas!

Parece que deu ruim (conforme previsto) na nova adaptação de Death Note. Resumindo, o filme nem saiu ainda e já tem 38% no site RottenTomatoes, e 7,5/10 no Imdb (que não é uma nota ruim). 

Death Note começou como um mangá que foi publicado entre 2003 e 2006 por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e conta a história de um garoto que descobre um caderno capaz de matar pessoas apenas escrevendo o nome delas em suas páginas.

A adaptação da Netflix para Death Note não parece ter agradado a crítica oficial, porém o diretor do filme deixou bem claro que sua intenção nunca foi contar a mesma história do anime e mangá, mas sim reimaginar esta história em um outro cenário e com outras situações.

Confira algumas críticas abaixo:

Segundo o The Wrap, o filme repete a ideia de um vigilante sendo seduzido pelo poder de fazer justiça com as próprias mãos. Além disso eles apontam que, “as mortes não foram divertidas de se assistir ou com suspense” e que a única cena boa é a que envolve a roda gigante.

Indiewire, argumenta que a única razão para tirar Death Note do Japão e colocá-lo em Seattle é explorar como as questões morais presentes na obra podem ter respostas diferentes em um contexto americano, mas que tudo que o filme faz é recontar a mesma história nos Estados Unidos. Fora que, segundo eles “O filme desperdiça performances caricatas e diversas cenas carregadas de violência para ter um final sem saída”.

Já o Polygon, foi mais direto dizendo que o filme ignorava os personagens para dar ênfase nos horrores cercando o caderno capaz de matar, ao invés do drama psicológico que é desenvolvido ao seu redor. “[O filme é] preguiçoso, não ambicioso, esquecível e com falta de imaginação, coração ou valores do entretenimento”.

Slant Magazine foi bem claro ao dizer que Wingard, o diretor, perde a mão ao focar em um romance e violência sem sentido. Enquanto MYM Buzz argumentava que, assim como A Vigilante do Amanhã: Ghost In the Shell, o filme precisa ser evitado por aqueles que amam o material original, mas que ele ainda pode agradar aqueles que não conhecem o filme.

Por fim, IGN aponta que o filme coloca um drama juvenil enquanto resume a trama do mangá original de uma maneira que não é satisfatória de assistir. Mesmo assim, os personagens secundários conseguiram segurar o filme, tendo elogios para a performance de Willen Dafoe, como Ryuk, que foi um grande acerto e “carregou facilmente suas cenas”.

Lembrando que o filme será lançado mundialmente no catálogo da Netflix no dia 25 de Agosto. 

via LDH

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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