Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros | Crítica 3
Cinema

Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros | Crítica

Uma grande luta de monstros.

Jurrasic Park faz parte das franquias de ficção científica mais amadas e cultuadas pelo mundo. A tensão que o primeiro filme trouxe, poucos conseguiram trazer de volta. Talvez aqueles que esperavam tensão, ou talvez um filme mais escuro, possam se desapontar com o ar divertido desse filme.

Mais de vinte anos se passaram desde os eventos do primeiro filme e um novo parque foi construído na Ilha Nublar, o Jurrasic World. Querendo chamar mais a atenção dos espectadores e dos investidores, o presidente  Simon Masrani ( Irrfan Khan) pede para criarem algo maior e diferente. Ele nunca poderia imaginar o monstro que estava para surgir. Quando os irmãos ZachNick Robinson) e GrayTy Simpkins) vão passar uns dias com sua tia, Claire Dearing ( Bryce Dallas Howard), no parque, o maior de todos os monstros está a espreita.

Esse filme foi o que parecia ser desde o começo, algo divertido. Todos os trailer que eu vi mostravam algo com mais cores do que seu original. Eu não sabia o que pensar disso, na verdade, não dava muito crédito para o filme, e talvez tenha sito isso que me fez me divertir tanto. A perseguição dos Dinossauros, as cenas de luta, a corrida contra o tempo, tudo se misturou muito bem com a atmosfera sorridente do filme.

Não digo que o filme foi apenas sorrisos. Acho que ele tentou ser um pouco mais tenso, mas acabou indo para uma direção um pouco mais suava, algo que eu não considero errado. Na verdade, acho que é meio difícil não esperar uma aventura ao estilo dos Guardiões da Galáxia quando temos Chris Pratt como herói.

Tem alguma coisa nesse ator, ele consegue colocar um sorriso nos nossos rostos fácil, mas não o bastante para perdermos o foco nele ou deixarmos de nos importar com sua segurança. Ele foi o ator certo para esse filme e conseguiu transmitir sua atmosfera para nós de uma maneira bem natural. Balanceando o horror do novo monstro com a emoção das cenas de ação.

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Sua interação com o resto do elenco também é perfeito, principalmente com a personagem de Bryce. Você podia ver a química entre os dois só no olhar.

Os dois novos atores, que são introduzidos no filme como a audiência ao filme, tem aquele tipo de dinâmica que você esperaria de dois irmãos, e que vai evoluindo no decorrer do filme como nós. A cena em que eles descobrem o antigo parque, foi emocionante.

No final, Jurassic Wolrd consegue ser uma boa experiencia. É bem provável que não agrade todos os fãs, mas eu me diverti muito. Queria um parque assim na vida real.

Confira o trailer do filme abaixo:

  [[youtube http://www.youtube.com/watch?v=QUXS0TxmnQQ]]

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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