Mad Max: Estrada da Fúria | Crítica 3
Cinema

Mad Max: Estrada da Fúria | Crítica

Um filme que faz justiça ao seu título.

Mad Max pode ser resumido em uma palavra: “Louco”. Do começo ao fim vemos uma loucura de cenas ação, explosões, perseguições e personagens desfigurados, bem ao estilo de O Massacre da Serra Elétrica. Todos perturbados e marcados.

Esse filme tinha tudo para ser mais um daqueles blockbusters do gênero, que apenas impressionam no visual, mas não acrescentam nada de mais. Eu fui esperando alguma coisa do tipo e acabei sendo recebido por algo totalmente diferente. Com uma roteiro forte, uma história eletrizante e personagens surpreendentes, vemos toda uma evolução no filme pelos olhos de Max ( Tom Hardy). Ele é um um homem que falhou em proteger as pessoas que amava e a culpa o vem consumindo por um bom tempo. Deixando de acreditar em si mesmo, sua chance de redenção chega quando cinco mulheres precisam de sua ajuda.

FuriosaCharlize Theron) está tentando levar essas quatro meninas para longe do Imortal JoeHugh Keays-Byrne), um tirano que vê as pessoas como seus objetos. Esses seis se unem numa caçada pelo deserto numa terra que foi destruída a muito tempo.

Gostei muito da interação dos heróis, principalmente entre Max e Furiosa. Os dois são guerreiros que protegeram um ao outro do começo ao fim, sem medo de colocar suas vidas em jogo. No começo eles começaram como estranhos que não podiam confiar um no outro, mas no decorrer da história a interação entre eles era inegável e eles acabaram se completando. Não de uma maneira romântica. Não havia tempo para isso. Ela deu a ele sua chance de redenção, que era o que ele mais precisava.

Outro personagem que eu gostei muito foi NuxNicholas Hoult). Ele é o tipo de garoto bobinho que você não consegue parar de torcer. Começando como membro da gangue de Joe, o que ele mais queria era provar seu valor e mostrar do que era capaz. E ele o faz.  No final, ele mostrou a todos que era um verdadeiro herói.

Mad Max: Estrada da Fúria é mais que um filme de ação, ele tem coração, coisa que falta em muitos filmes desse gênero. 

Confira o trailer abaixo:

[[youtube http://www.youtube.com/watch?v=IVmf82obaaA]]

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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