O Sétimo Filho | Crítica

Uma facada nas costas dos fãs do livro e nos olhos dos espectadores.

Depois de muita briga entre a Legendary Pictures e a Warner Bros., O Sétimo Filho, que devia ter sido lançado em 2013, finalmente foi lançado no cinema. E eu não entendo por que eles brigaram tanto por isso.

Na história, depois de perder seu último aprendiz,  John GregoryJeff Bridges) precisa encontrar outro sétimo filho de um sétimo filho para ocupar o seu lugar como Caça-Feitiço, um título que vem com a responsabilidade de proteger os habitantes da região de forças sombrias e malignas. Com uma antiga inimiga voltando, Thomas Ward ( Ben Barnes) será sua última esperança.

A sinopse é bem semelhante a do livro, mas ao longo da história muda completamente. Já aviso que não estou criticando o filme como fã do livro. Desde o início eu sabia que eles só iriam se inspirar na mitologia para construir o longa, coisa que eles fizeram. Só estou dizendo que eles conseguiram dar nem metade do que poderiam ao espectador.

A história se desenrola muito rápido e não temos tempo de nos apegar aos personagens e nem a crescer junto com o Tom em seu treinamento – que durou miseras uma semana. O cenário e a trilha sonora conseguiram deixar umas partes interessantes, mas os desfechos foram tão simplórios e corridos que eu só esperava o tempo passar.

Os atores felizmente conseguiram se destacar. Julianne Moore como a vilã principal, Mãe Malkin, trouxe algo a mais para o filme. Dava para ver como ela se divertiu e se soltou como a bruxa malvada ( O que as vezes me faz pensar que as garotas gostam de interpretar vilãs).

Se não fosse pelo final sem pé nem cabeça, teria dado um voto de confiança ao filme.

Confira o trailer do filme:

[[youtube http://www.youtube.com/watch?v=hDZr3mUsieU]]

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