Tomorrowland - Um Lugar Onde Nada é Impossível  | Crítica 16

Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível | Crítica


O mundo precisa de sonhadores.

Lembra daquela magia da Disney de quando eramos pequenos? Aquele tipo de sensação que o futuro é cheio de possibilidades e que podíamos fazer o impossível? Bem, Tomorrowland é esse sonho impossível. No meio do medo que temos do futuro, sendo mostrado por tantos autores e cineastas como um lugar cruel e inóspito onde teremos que lutar para sobreviver, ás vezes esquecemos que também podemos fazer coisas magnificas.



Seguindo Casey NewtonBritt Robertson), somos apresentados a um lugar onde nada é impossível. Onde grandes homens ao longo do tempo se reuniram para mudar o futuro.  

Quem não gostaria de viver num lugar como esse ? Quando esse novo mundo aparece pela primeira vez eu fiquei de queixo caído. Era tão mágico e emocionante. Acho que podia descrever o começo desse filme como a busca por essa magia. Quando você sabe que é diferente por acreditar em coisas que ninguém mais acredita e não vê limites para o bem que pode fazer. 

No momento que Casey teve um vislumbro desse mundo ela só queria acha-lo.

Claro que não seria tão fácil. Mas o filme não é apenas sobre encontrar esse lugar mágico, existe algo muito maior acontecendo por trás.

Queria dizer coisas mais bonitas sobre esse filme, mas ele acabou como terminou: Apenas um sonho. Quando você começa essa jornada você ri, se emociona e, no final, acaba percebendo que eles não não conseguiram alcançar nem metade do potencial que podiam ter tido. Eu fico me perguntando o porquê. Talvez fosse pelo fato que depois da metade do filme, tudo fica muito corrido e a emoção acabou diminuindo, ou talvez tenha sido a falta de carisma da protagonista. Mas acho que o principal foi não terem tirado proveito total dessa terra encantada. Eles apenas mostraram a superfície dela e esqueceram de nos mostrar o que tinha lá dentro.

George Clooney ( Gravidade) estava fantástico no filme. A relação que teve com a jovem atriz Raffey Cassidy foi engraçada, embora as vezes tenha sido um pouco esquisita. 

Eu queria que o filme tivesse ficado mais no personagem de George, Frank Walker, ou melhor, na versão criança dele. Começamos o filme com ele bem pequeno, descobrindo Tomorrowland. Aquele olhar inocente e encantador daquela criança. Era disso que o filme precisava. Este tipo de filme precisava de uma atriz muito carismática, coisa que Britt não é. Seu namorado teria sido perfeito para ser nossos olhos e ouvidos nesse mundo. Vocês podem até não gostar do Dylan O’Brien (Maze Runner), mas é impossível negar o carisma do ator. Quando ele sorri, você sorri. 

No final, Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível foi uma boa viagem. Eu só fiquei triste pelo potencial mal aproveitado.

Confira o trailer do filme abaixo: 

 [[youtube http://www.youtube.com/watch?v=3EhPm3Lz33U]]


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