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Críticas de Filmes

1922 | Crítica

Um thriller psicológico que vai te deixar agonizado

1922 é a mais nova adaptação de uma história do mestre do terror, Stephen King. Baseado numa das quatro história da antologia Full Dark, No Stars, nós acompanhamos o fazendeiro Wilfred James (Thomas Jane) e como sua obsessão em manter sua terra fez com que ele convencesse seu filho ao ajudar a matar sua esposa que ameaçava tirar tudo dele.

A Netflix realmente está sabendo trazer as história de King a vida. Se Jogo Perigoso já nos manteve presos no assento, então a adaptação do diretor Zak Hilditch vai deixar alguns agonizados. Com uma história contida e poucos personagens, ele conseguiu nos mostrar o que um homem é capaz de fazer para ter o que quer, numa época de poucas palavras em que sua terra determinava quem você era.

Thomas Jane nos dá uma de suas melhores atuações. Ele é o centro da história e o que existe em sua mente é o que movimenta o enredo, principalmente quando os demônios do seu passado retornam e ele vê seu pequeno paraíso desmoronando. Thomas deu tudo de si no papel e não poderia ter tido escolha melhor.

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1922 é um exemplo de como se fazer um bom thriller. Você não precisa de muito, apenas bons personagens e um diretor que sabe o que está fazendo. Pronto, está aí algo agonizante. O filme pode começar um pouco fraco, mas continue. Ele logo constrói uma tensão que te pega.

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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