A Babá | Crítica

Imagine se Esqueceram de Mim tivesse uma babá sexy e seus ajudantes satânicos populares

A Babá é o mais novo filme da Netflix para o mês do dia das bruxas e tenho que dizer que esse longa foi perfeito para essa época do ano. Com uma atmosfera sombria e muito sangue, o diretor McG criou um ambiente imperdível, sem medo de brincar na sala de edição para nos trazer uma nostalgia e muitas risadas no meio de tantas mortes e rituais.

Cole (Judah Lewis) é um garoto de doze anos que não consegue se impor e ainda tem uma babá, não que ele se importe muito com o último. Bee (Samara Weaving) é a pessoa que ele mais se importa no mundo, mas é na calada da noite que ele descobre seu tenebroso segredo e tem que correr para se salvar de um bando de populares bem caricatos.




O filme com certeza é muito Esqueceram de Mim, só que mais adulto. Se você cresceu adorando esse filme vai amar todas as surpresas que vieram. Não sei se foi a intenção do diretor, mas minha mente adulta e infantil se juntaram por um momento. Muito disso se deve também a dupla de protagonistas.

Os atores foram muito bem escalados, conseguindo trazer muito bem seus personagens a vida. Samara então é a sedução em pessoa. Já na primeira cena ela se mostra o tipo de babá que conseguiria roubar todos os corações só com o seu jeitinho, algo que vai aumentando ao decorrer do longa e seus segredos são revelados. 

Não sei se muitos vão se assustar com A Babá. Esse filme é mais para se divertir e se deixar levar pelos momentos, alguns até bem tensos. O começo realmente é chato, e devia ter sido mas rápido, mas continue. Não vai se arrepender!   

Personagens
80
Enredo
75
Fotografia
85
Efeitos Especiais
75
Trilha Sonora
85
Reader Rating34 Votes
71
80

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