A Maldição da Casa Winchester | Crítica

Uma boa ideia nas mãos de dois diretores que não sabem assustar

A Mansão Winchester é muito famosa nos Estados Unidos, sendo um ponto turísticos que muitos que passam pela Califórnia querem ver. Então não foi nenhuma surpresa saber que Hollywood estava preparando uma história da criação da mansão e de sua excêntrica dona.

Em A Maldição da Casa Winchester, os diretores The Spierig Brothers nos mostram a história do doutor Eric Price (Jason Clarke) e como a poderosa Companhia Winchester o contratou para declarar a viúva Sarah Winchester (Helen Mirren) mentalmente incapaz de cuidar da companhia. É então que ele começa a testemunhar os mistérios que a mansão esconde.



Não posso dizer que a dupla de protagonista não está boa. Jason e Helen conseguem convencer em seus papeis e até a dar um peso a história. Existe um grande potencial nesse filme e isso fica evidente na mitologia, que de fato é interessante.

O problema fica mesmo na direção. Os diretores até tentam, mas não conseguem nenhum pouco aproveitar o que a Mansão Winchester podia lhes dar e acabam apenas utilizando de clichês de filme de terror. É nessas horas que você percebe como falta ter alguém como James Wan na produção de um filme de terror, que assustou muita gente com filmes baratos e foi o principal responsável por Invocação do Mal

No final, A Maldição da Casa Winchester tem algo de interessante, mas podia ter sido muito melhor.




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