Alfa | Crítica

Remetendo ao primeiro contato do melhor amigo do homem

Alfa é uma história escrita pelos irmãos Albert e Allen Hughes e dirigida pelo próprio Albert Hughes, mesmo diretor de O Livro de Eli e Do inferno, suas obras mais conhecidas, nas quais conseguiu extrair o máximo de seus cenários para uma melhor imersão do público.

O filme mostrou-se coerente às técnicas que poderiam ser utilizadas na pré-história, já começando pela criação de facas e pontas de lanças a partir dos processos de lascagem das pedras, de atrito com a madeira, sendo possível a chance de criar uma brasa para conseguir acender uma fogueira. O filme também mostra a importância da caça no passado, principalmente por ser baseado em paises frios em que a carne é o alimento principal, já que não conseguiam plantar devido ao clima.



Nessa narrativa, o jovem Keda (Kodi Smit-McPhee) passa por um processo com outros jovens, onde são analisados se possuem habilidades necessárias para irem à caça. Keda sendo um jovem talentoso com lâminas, acaba selecionado, mas o peso sobre seus ombros é maior que o de outros da tribo, já que é filho do líder Tau (Jóhannes Haukur Jóhannesson).

Mesmo mostrando a ideologia de passagem de sucessão de posto em uma tribo, o filme consegue trazer mais significados, como a amizade e o companheirismo entre animais e seres humanos, em que mesmo depois de se distanciar é possível prevalecer a amizade entre ambas espécies.

E aí, pronto para começar a sua aventura ?

3.5




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