ARQ | Crítica 3
Críticas de Filmes

ARQ | Crítica

Um bom exemplo de como trabalhar com um orçamento moderado para nos dar uma ótima experiencia.

ARQ é o novo trabalhar do diretor Tony Elliott em parceria com o Netflix e conta a história de Renton (Robbie Amell) e Hannah (Rachael Taylor), dois jovens que vivem num mundo devastado pela guerra e que se deparam com uma maquina que os prendem no mesmo dia repetidas vezes.

O filme não é uma grande obra de ficção cientifica cheia de efeitos especiais, mas isso que me fez gostar bastante dele. Com uma história simples, o diretor aproveitou ao máximo dos recursos que disponha para nos entreter, fazendo um trabalho melhor do que muitas grandes produções.

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Ás vezes é na simplicidade que encontramos boas histórias. Você não precisa de 100 milhões em orçamento para contar uma boa (embora isso ajude bastante), e nossa dupla de protagonista estava muito boa. O filme foca muito na dinâmica entre os dois, no seu vilão e nas reviravoltas que vemos cada vez mais que o dia se reinicia.

Eu gostei bastante do fato de nosso protagonista não ser o típico herói que esperávamos. Na verdade, ele é um pouco egoísta e pensa mais em como sobreviver nesse mundo da melhor maneira possível. Esse pensamento, com certeza é o mais realista e me fez ver a história de outro modo.

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No final, ARQ é um bom filme de ficção cientifica com uma boa dupla de protagonistas. Não existe nada de extraordinário nele, mas você pode relaxar e se divertir por uma hora e meia.

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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