Bad Boys para Sempre | Crítica 16

Bad Boys para Sempre | Crítica


Bad Boys Para Sempre é uma grande surpresa, e mesmo sem a direção de Michael Bay, ainda tem toda carga de ação e comédia balanceadas, com toques de nostalgia para os fãs da franquia que começou nos anos 90.

Na trama, Marcus Burnett e Mike Lowery fazem parte de uma nova equipe do departamento de polícia de Miami. A dupla terá que enfrentar o perigoso e implacável Armando Armas, um novo líder do cartel de drogas que chegou na cidade.



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No terceiro episódio das histórias dos policiais Burnett (Martin Lawrence) e Lowrey (Will Smith), estão mais velhos, e com o passar dos anos, os papos mudaram, e apesar do personagem de Will Smith continuar com uma postura jovial, o personagem de Martin Lawrence quer se aposentar, e seguir sua vida de aposentadoria, afinal, quase 25 anos se passaram desde o primeiro filme.

A química entre Martin Lawrence e Will Smith continua afiada, e apesar do passar dos anos, e do notável estrelato de Will em relação ao seu companheiro de cena Martin, os fãs ficarão satisfeitos com as limitações e novos desafios impostos pelos diretores, ao contrário das cenas um tanto quanto absurdas feitas pelo antigo diretor, nesse filme vemos que os Bad Boys também são humanos, aproximando mais os personagens do público geral.

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O filme foi dirigido por Bilall Fallah e Adil El Arbi, que bebem direto da fonte de Michael Bay, porém trazem novos ares para a franquia. Falando em novos ares, atores mais conhecidos da nova geração foram adicionados ao elenco, como Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig (Vikings), Charles Melton (Riverdale), gerando piadinhas envolvendo até High School Musical.

A música foi composta por Lorne Balfe, e apesar de a produção ter um orçamento de apenas US$ 90 milhões, a Sony entregou um ótimo filme para os fãs do gênero. Bad Boys para Sempre é escrito pelo trio Chris Bremmer, Peter Craig e Joe Carnahan, e como o filme nunca se levou tão à sério, sendo tratado como uma “cópia de Máquina Mortífera”, funciona muito bem nos tempos atuais, seja por questões importantes que são retratadas no filme, mesmo que de forma sutil, mostra que os escritores conseguiram trazer um roteiro relevante para o público.

Ao contrário do que muitos pensavam pelo filme ter um “clima de despedida”, Bad Boys para Sempre mostrou que os Bad Boys ainda tem muitos anos pela frente.

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3.5


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