Bright | Crítica 12
Críticas de Filmes

Bright | Crítica

Já imaginou como seria um mundo de fantasia de verdade nos dias de hoje?

Bright é o mais novo filme da Netflix do diretor David Ayer (Esquadrão Suicida) sobre um mundo de fantasia nos dias atuais, mas não pense que você vai ver algo fofinho. Com uma pegada bem realista, vemos como seria realmente as coisas se os humanos estivessem convivendo com fadas, elfos e orcs. Quer dizer, como isso impactaria uma sociedade que ainda lida com problemas sociais?

O filme consegue um bom trabalho em fazer um paralelo com os estereótipos que as raças tem que lidar com o que vemos no dia a dia, isso tudo através do relacionamento do policial Daryl Ward (Will Smith) e seu parceiro, o primeiro orc a servir a policia, Nick Jakoby (Joel Edgerton). Os dois se vem numa grande trama mágica quando a elfa Tikka (Lucy Fry) precisa de ajuda e está em pose de uma varinha mágica, uma arma que é comparada com uma bomba atômica.

Bright | Crítica 13

A ideia do filme é muito boa e dá para ver como eles realmente tentaram ser bastante originais na hora de juntar os elementos fantásticos com nosso mundo. Você consegue comprar a ideia e muitas pessoas vão gostar dessa originalidade e até se envolver com os problemas que as criaturas mágicas tem que lidar.

Bright | Crítica 14

Infelizmente, o longa se mostra uma pequena parte da grandeza que poderia ter sido. Will Smith faz sua parte e consegue ser um herói até bem genuíno, mas o enredo não ajuda muito. A história é um tanto arrastada e, embora muita coisa esteja acontecendo, você não sente isso. É como se faltasse alguma coisa no caminho.

Talvez se o diretor tivesse abusado mais da trilha sonora as coisas fossem diferentes. Tem uma ótima cena de tirosvocê vai saber quando ver – que se incorpora bem com a música, que não se repete mais. Essa cena me lembrou o que Os Guardiões da Galáxia fez com sua trilha sonora e acho que o filme precisava mais disso. Aquela cena trouxe um ritmo melhor a trama.

Bright | Crítica 15

No entanto, posso dizer que Bright não é nem metade do desastre que os críticos estão dizendo. Eu me diverti bastante. 

*Encontrou algum erro na matéria? Avise-nos

Ouça o último episódio do BurnCast:

Você pode ouvir BurnCast no Burn Book, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga o BurnCast, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.


Bright | Crítica 16







Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

Você pode gostar de:

Mais Posts em:Críticas de Filmes

Leave a reply

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.