Cidades de Papel | Crítica 3
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Cidades de Papel | Crítica

Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre. O meu é Margo Roth Spiegelman.

Não tenho palavras para descrever esse filme, ele trouxe toda a emoção e magia que tive lendo a jornada desses garotos, e suas descobertas, a medida que tentam encontrar essa menina misteriosa.

O filme começa igual ao livro com QuentinNat Wolff) e Margo ( Cara Delevingne) e a sua descoberta quando crianças, os dois seguindo caminhos diferentes, a noite mágica e o desaparecimento da garota que Q sempre amou que acabou desencadeando os acontecimentos do filme.  

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Todo o elenco do filme se encaixou perfeitamente. Acho que posso dizer que são poucas vezes que um grupo de atores se envolve de um jeito que parece uma grande família, mas o divertimento desse filme está muito nesses jovens. Eu realmente via um bando de adolescentes aproveitando seus últimos dias de escola enquanto sonhavam com a garota que fugiu.

Existe toda uma magia na telona que consegue ir além do livro, não que eu esteja menosprezando a obra de John Green. O diretor Jake Schreier é que usou os cenários, a iluminação e a trilha sonora de uma maneira que nos fez sentir as dores de crescer e ter que dizer adeus a sua antiga vida, além de, é claro, mostrar como ás vezes ficamos presos a imagem que criamos das pessoas.

Em termos de adaptação foi melhor que A Culpa é das Estrelas e acho que vai emocionar jovens e adultos de todas as idades. Esse é o tipo de filme que John Hughes. E que venha Quem é Você, Alasca? e O Teorema Katherine.

Preciso mencionar também as referencias a cultura pop e uma certa aparição que fez muitas meninas gritarem.

Confira o trailer abaixo:

[[youtube http://www.youtube.com/watch?v=V3cgWH10bCU]]

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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