Homem-Aranha: Longe de Casa | Crítica 16

Homem-Aranha: Longe de Casa | Crítica


Depois dos acontecimentos de “Vingadores: Ultimato”, os fãs estavam ansiosos pelo futuro do universo cinematográfico da Marvel. Mesmo com um mar de rumores, felizmente boa parte deles estavam errados, “Homem-Aranha: Longe de Casa” superou as expectativas e encerrou a Saga do Infinito nos cinemas.

O filme começa com um tributo ao Tony Stark (como já vimos nos trailers), mas aqui é tratado de uma forma cômica, no melhor estilo colegial dos filmes do amigo da vizinhança. Peter Parker (Tom Holland) está lidando com a perda do Homem de Ferro, e a responsabilidade erroneamente imposta para ele de se tornar um símbolo, definido por alguns até como o “novo Homem de Ferro”. Passado esse arco inicial, Peter se prepara para uma viagem de férias com os seus amigos pela Europa, mas nada corre como o esperado: Nick Fury (Samuel L. Jackson) aparece e pede sua ajuda para enfrentar os Elementais ao lado de Mysterio (Jake Gyllenhaal), um novo herói que afirma ter vindo de uma Terra paralela.



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Além da nova ameaça, Peter precisa lidar com a lacuna deixada por Tony Stark, que deixou para si seus óculos pessoais, com acesso a um sistema de inteligência artificial associado à Stark Industries. Boa parte da trama do filme gira em torno disso pois, principalmente se você conhece um pouco da história dos quadrinhos, nem tudo é o que parece ser.

Peter continua com o jeito “brincalhão” do cabeça de teia, porém é notável seu amadurecimento pós Vingadores Ultimato. Falando em Vingadores, o filme resolve algumas lacunas deixadas pelo filme, principalmente envolvendo o universo do Aranha, e também abre novas possibilidades para o futuro da Marvel nos cinemas.

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Jake Gyllenhaal faz um ótimo trabalho no papel de Mysterio, as cenas envolvendo o personagem são de tirar o folego, e mostra o investimento pesado que a Marvel fez no setor de efeitos especiais para esse filme. Arrisco dizer que esse filme foi feito para ser assistido em IMAX, dado a magnitude das cenas, principalmente quando Mysterio entra em ação.

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Zendaya, que interpreta Michelle “MJ” Jones em Homem-Aranha: Longe de Casa, está maravilhosa no filme, tem toda uma pegada de empoderamento “Fight Like a Girl”. Contudo, os roteiristas falharam em construir um relacionamento mais palpável para os dois protagonistas. Peter é apaixonado por “MJ”, moveria montanhas por ela, mas o filme não convence com cenas de romance morno dos dois, faltando um pouco de química e background, mas nada que um roteiro melhor desenvolvido nesse quesito não resolva nos próximos filmes da franquia.

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Homem-Aranha: Longe de Casa é espetacular (se me permitem o trocadilho) e supera seu antecessor, mostrando que a Marvel acertou em cheio na escolha de Tom Holland para o papel de Peter Parker. Tom nasceu para o papel e o filme é cheio de referências ao universo do Aranha, desde os filmes, até os jogos de vídeo-game, como o último lançamento da franquia para o PS4.

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O filme tem um tom divertido, mas ao mesmo tempo é uma história sobre amadurecimento, e nos prepara para o futuro, usando como link a cena pós-créditos que é uma das melhores coisas que a Marvel já fez, pois além de um belo fanservice, pegou todos de surpresa, e abriu um novo arco que tenho certeza que vai agradar a maioria dos fãs.

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Homem-Aranha: Longe de Casa | Crítica
Personagens
Enredo
Trilha Sonora
Efeitos Especiais
Nostalgia
Nota dos Leitores:1 Vote
4.5


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