Jogos Vorazes: A Esperança - O Final | Crítica 3
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Jogos Vorazes: A Esperança – O Final | Crítica

A batalha final contra a Capital começa.

Uma das franquias mais cultuadas do momento chegou chegou ao fim nessa semana. Finalmente vimos Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), movendo o Distrito 13 no seu ataque final contra as forças do Presidente Snow (Donald Sutherland) num filme com ótimas cenas de ação e efeitos especiais. Seria um grande espetáculo, se eu sentisse que estava vendo um filme do começo ao fim e não o final de um.

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Para aqueles que leram o último volume da trilogia Jogos Vorazes de Suzanne Collins sabem como a primeira parte de Jogos Vorazes: A Esperança adaptou uma boa parte do livro e não tinha muito o que ir adiante. Eu acho que o diretor Francis Lawrence conseguiu trabalhar bem os elementos da história, melhor até que o próprio livro, mas não acabou sobrando muito para ele adaptar no final. 

Esse filme não devia ter sido dividido em duas partes, ficaria muito melhor se fosse um filme só. Eu sei que muitos vão dizer que quando dividimos um filme em duas partes, parece mesmo que estamos vendo duas metades e isso é comum. O problema é que eu não via duas metades, eu vi o final de um filme e não um filme com começo, meio e fim. 

Não que eu não tenho me divertido. O filme teve ótimas cenas, algumas tão intensas que levantaram os pelos da minha nunca. A cena do túnel foi tão agonizante que foi a melhor na minha opinião e eu não consigo parar de pensar na luta que o Finnick (Sam Claflin) travou lá embaixo. Naquele momento os produtores realmente mostraram do que o personagem era capaz e eu pude perceber que o maior tributo que já pisou na arena não foi a Katniss, o Peeta (Josh Hutcherson) ou o Haymitch (Woody Harrelson), mas sim o Finnick.

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Quero muito que a franquia faça o mesmo que Harry Potter fez com Animais Fantásticos e Onde Habitam e mostre os jogos dele.

No final Jogos Vorazes: A Esperança – O Final é um bom filme, com ótimos momentos, mas que ficaria melhor se não tivessem decidido fazer duas partes.  

Confira o trailer: 

[[youtube https://www.youtube.com/watch?v=aNQc2g8_T9A]]

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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