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Críticas de Filmes

Kong: A Ilha da Caveira | Crítica

King Kong retorna para trazer o inicio do Universo de Monstros da Legendary Pictures

Com cada estúdio trabalhando com o que tem para formar seu próprio Universo Cinematográfico, a Legendary não podia ficar de fora. Depois do sucesso que foi seu Godzilla, de 2014, o estúdio começou a planejar as peças que tinha para formar um grande universo, e estou usando grande por causa do tamanho das criaturas. Nunca vi um King Kong tão grande.

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Kong: A Ilha da Caveira nos mostra uma nova versão do monstro que muitos conhecem apenas por nome ou alguma cena já esquecidas. Dessa vez estamos no fim da Guerra do Vietnã e um grupo de soldados deve ir para uma misteriosa ilha testar os abalos sísmicos, mas tudo não passava de um falso pretexto para provar uma antiga teoria: Monstros existem?

Primeiro, eu tenho que dizer que essa novo filme do King Kong é muito bem filmado. O diretor Jordan Vogt-Roberts soube como conduzir sua câmera, deixando os momentos dos ataques dos monstros, e até a aparição do Kong, muito mais emocionante e até angustiante, num cenário tão bem pensado.

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Com Tom HiddlestonSamuel L. Jackson e Brie Larson no elenco, é de se esperar que esses atores complementem e muito o longa. Infelizmente não foi o que aconteceu. Bem, Jackson soube como trazer a tona o general que não sabe viver sem uma guerra para travar, já Tom e Brie acabaram falhando no decorrer da história. É meio estranho ter que dizer que os personagens secundários foram muito melhores e mais envolventes que nossos protagonistas, mas faltou carisma na parte de Hiddleston. Nunca pensei que iria dizer que o problema do Loki foi carisma, mas esse papel teria ficado melhor em um ator como Chris Pratt, que teria combinado perfeitamente com o humor do personagem de John Goodman.

Mas isso não estraga o longa, graças ao ritmo acelerado e um ótimo elenco de apoio eu posso dizer que dá para se divertir bastante com Kong: A Ilha da Caveira. Esse é um filme de guerra que sabe explorar de um modo bem humorado toda a violência e pode até assustar alguns com os monstros que jogam na nossa cara. Eu só queria ter ficado um pouco mais com aqueles soldados, em especial o personagem do Thomas Mann.

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Não saia antes dos créditos porque tem uma cena pós-créditos te esperando.

Confira o trailer:

[[youtube https://www.youtube.com/watch?v=VU-m5T6wBzY]]

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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