O Bom Dinossauro | Crítica 3
Críticas de Filmes

O Bom Dinossauro | Crítica

Não é o melhor trabalho do estúdio, mas tem aquela magia que só um filme da Pixar pode trazer.

O Bom Dinossauro é o mais novo filme dos Estúdios Pixar depois do sucesso que foi Divertida Mente. Enquanto ambos os filmes focam em crescimento em um lugares inóspitos, a história do dinossauro Arlo (Raymond Ochoa) prefere focar mais naquele vontade de lutar pelo que achamos certo e encontrarmos nossa coragem. 

The-Good-Dinosaur-2015-Movie-HD-Wallpaper

Eu estava com o pé um pouco atrás em relação a esse filme. Embora eu conseguia ver um visual incrível nos trailers que a Disney lançava, ainda mais com a música da banda Bastille acompanhando a trilha sonora, nada mais me chamava a atenção. Eu achei o visual do protagonista muito bobo, não tendo nem um pouco daquela magia que os personagens do estúdio geralmente tem.

Mas eu acabei sendo surpreendido. Mesmo tendo um começo parecido demais com O Rei leão, a história acaba evoluindo e te mostra uma bela jornada de auto descoberta e amizade.

THE GOOD DINOSAUR - Pictured: Spot. ©2015 Disney•Pixar. All Rights Reserved.

O relacionamento de Arlo com o pequeno menino das cavernas, Spot (Jack Bright), é cativante. Não do mesmo jeito que Soluço (Jay Baruchel) e Bangela ou Hiro (Ryan Potter) e Baymax (Scott Adsit), mas do jeito que a história precisa. O final fez jus ao filme e eu sai do cinema mais do que satisfeito. Consigo imaginar algumas pessoas derramando uma lágrima ou outro com a decisão de Arlo.

Confira o trailer:

[[youtube https://www.youtube.com/watch?v=A6z79w5fdDU]]

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O Bom Dinossauro | Crítica 4


Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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