Samara retorna num filme que não vai fazer muita falta.

O diretor espanhol F. Javier Gutiérrez e o produtor Akiva Goldsman se unem para contar mais uma vez a história de Samara Morgan (Bonnie Morgan) em O Chamado 3, um filme que parece muito mais um remake do que uma continuação dos filmes de Naomi Watts.

Focando na jovem Julia (Matilda Lutz), seu namorado Holt Anthony (Alex Roe) e o professor Gabriel Brown (Johnny Galecki), Javier procura explorar a mitologia que já conhecemos na era digital, em que você pode ver tudo que quiser em questão de segundos. É até interessante o modo como vemos Gabriel se utilizar da fita para poder criar um tipo de culto na faculdade de Holt.

Infelizmente as coisas boas pararam por aí. O filme tenta criar um clima de suspense, no entanto, falha em nos fazer sentir o medo dos personagens ou se quer nos importar com eles. Dá para ver como atores até tentaram nos fazer ser levados por essa nova mitologia, mas faltava alguma coisa para eu não ficar vendo as horas passarem no celular.

O filme acaba te pegando mesmo no final com seu desfecho e os verdadeiros motivos de Samara sendo relevados. Talvez tenha sido só eu, mas o longa me pareceu muito mais um filme para TV do que algo para as telonas.

Se você não é fã dos filmes anteriores talvez seja melhor esperar O Chamado 3 chegar no Netflix.

Confira o trailer:

 

O Chamado 3 | Crítica
49%Pontuação geral
Personagens 40%
Enredo 45%
Fotografia 60%
Efeitos Especiais 45%
Trilha Sonora 55%
Votação do leitor 5 Votos
70%

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