Pokémon: Detetive Pikachu | Crítica 8
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Pokémon: Detetive Pikachu | Crítica

Que Pokémon é um fenômeno mundial tudo mundo já sabe, e com Detetive Pikachu a franquia se prova viva mais uma vez, elevando o nível da história baseada em um jogo muito além do esperado.

A franquia tomou proporções tão grandes, que estudos indicam que se você é uma das milhares de crianças dos anos 90 que passava horas e horas jogando Pokémon Yellow, Red ou Blue, provavelmente ativou uma região especial em seu cérebro! Ou seja, apesar das 22 produções que usam o mundo dos Pokémon como base, a história dos “monstrinhos de bolso” continua funcionando, dessa vez trazendo eles ao limite do realismo.

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A premissa do filme é básica, sem muitos floreios. Isso funciona muito bem, pois aqui o foco é nos Pokémon e como eles vivem em harmonia com os humanos, especificamente na cidade de Ryme City. O roteiro é bastante linear e as reviravoltas do filme agradam, apesar do vilão ser um tanto quanto caricato. Cheio de momentos fan service e nostálgicos, o longa encherá os olhos dos fãs.

A história começa quando um jovem une forças com o detetive Pikachu para desvendar o mistério por trás do desaparecimento de seu pai. Perseguindo pistas pelas ruas de Ryme City, a dupla dinâmica logo descobre uma trama desonesta que representa uma ameaça ao universo Pokémon.

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A química entre Justice Smith (Jurassic World: Reino Ameaçado) e o Pikachu dublado por Ryan Reynolds (Deadpool) funciona muito bem. Mesmo sendo CGI, a diversão é garantida. Apesar de assistirmos a versão dublada (o que não posso reclamar), vale o destaque para o Pikachu, que ficou hilário com a voz do Ryan Reynolds.

A dublagem brasileira está muito bem feita, principalmente falando sobre Mewtwo, dublado pelo Guilherme Briggs (Optimus  Prime, Buzz Lightyear). Nesse ponto ficou claro que focaram no público infantil no Brasil, pois está difícil encontrar uma sessão legendada para conferir o filme. Contudo, isso não atrapalha em nada a experiência.

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Os Pokémon são um espetáculo à parte. Desde os mais clássicos, como Pikachu, Psyduck, Charizard, Evee, Bulbasaur, Squirtle, até os mais “novos”, como Aipom e Greninja, entre outras centenas de Pokémon que aparecem nas mais diversas situações, trazem a nostalgia dos jogos/anime, sem perder o realismo nas cenas que contracenam com os atores de carne e osso.

Pokémon: Detetive Pikachu é um presente para os fãs da franquia. Eu, que sou viciado em Pokémon desde criança, sai com um sorriso no rosto do cinema. O filme agrada em vários quesitos e, de certa forma, respeita o material original com altas referências. Tenho certeza que vai agradar o treinador(a) de Pokémon que existe em você.

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Que o filme faça bastante bilheteria, e continuem trazendo novos filmes da franquia em versão live-action para os cinemas, pois material e público é o que não falta.

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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