Abram alas para o melhor filme dessa nova geração de Star Wars.

É difícil controlar minhas emoções enquanto faço a resenha. Desde o momento que a Lucasfilm anunciou que faria derivados do universo Star Wars muito começou a ser especulado. Para mim O Despertar da Força foi um filme com roteiro fraco, personagens forçados ,que só conseguiu se manter pelo sentimento de nostalgia. Então o que eu poderia esperar de Rogue One – Uma História Star Wars?

Eis que me deparo com o melhor filme dessa nova leva de Star Wars. Com a mão forte do diretor Gareth Edwards comandando o longa, vemos como os rebeldes conseguiram roubar os planos da Estrela da Morte, que foi destruída pela primeira vez por Luke Skywalker (Mark Hamill).

Cheio de fan service e mostrando um outro lado da Rebelião que não conhecíamos, os roteiristas Chris Weitz e Tony Gilroy estão de parabéns por nos dar uma história que uniu perfeitamente seus personagens e conseguiu refletir temas recorrentes dos noticiários até hoje sobre os efeitos da guerra. Ás vezes parecia que via mais um filme de guerra dentro do universo Star Wars, o que não é ruim. Eles aproveitaram bastante os cenários que aconteciam ao redor da filosofia Jedi e Sith. Existe um mundo muito maior do que apenas essas duas forças.

Os atores também se mostraram ideias para seus papeis, com um destaque para Cassian Ando (Diego Luna), Chirrut Îmwe (Donnie Yen) e K-2SO (Alan Tudyk). Os três personagens que acredito que as pessoas mais irão comentar. 

Talvez um dos principais problemas do filme esteja com sua protagonista Jyn Erso (Felicity Jones). Ela não foi tão bem desenvolvida quanto seus companheiros de equipe e logo o filme se mostrou mais um filme de equipe do que um filme dela, o que para mim foi ótimo. Eu realmente queria ver mais um filme de desajustados se unindo por uma causa maior. Na minha opinião, o diretor conseguiu fazer isso muito melhor do que o Esquadrão Suicida.


Mas como ela foi um dos maiores destaques no material promocional, os fãs podem acabar reclamando de sua personagem. Isso para mim é mais culpa do estúdio que não entendeu bem o filme que tinha em mãos.

No final, Rogue One – Uma História Star Wars é um presente para os fãs desse universo e consegue perfeitamente se manter por si só, com uma história muito bem construída que se fecha nos momentos finais com uma linda cena de Darth Vader (James Earl Jones). Não vou falar dela, mas vai te arrepiar. 


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O começo do filme pode ser um tanto parado, mas continue. Você não vai se arrepender.  

Rogue One - Uma História Star Wars | Crítica
89%Pontuação geral
Personagens 80%
Enredo 85%
Fotografia 95%
Efeitos Especiais 95%
Trilha Sonora 90%
Votação do leitor 1 Voto
100%

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