Slender Man: Pesadelo Sem Rosto | Crítica 5
Críticas de Filmes

Slender Man: Pesadelo Sem Rosto | Crítica

Um filme que não soube aproveitar seu potencial

Slender Man: Pesadelo Sem Rosto é o mais novo lançamento da Sony com direção de Sylvain White, sobre um grupo de jovens e seu encontro com uma das figuras que marcou a cultura pop no começo da era da internet. Um filme sobre Slender Man é no mínimo interessante, mas eu sinto que ele acabou chegando tarde demais aos cinemas.

O longa possuí um visual e uma ambientação ideal para contar a história desse monstro, mas ele falha em contar a história dessas quatro amigas, interpretadas por Joey King, Julia Goldani Telles, Jaz Sinclair e Annalise Basso. O roteiro é raso em aprofundar as personagens, deixando as cenas de terror, que poderiam ter um impacto muito maior, sem que nos importemos com o que vai acontecer com as meninas. 

Slender Man: Pesadelo Sem Rosto | Crítica 6

Talvez se o filme fosse lançado quando essa figura era uma febre teríamos prestado menos atenção nos erros do longa, mas é só agora que podemos ver Slender Man: Pesadelo Sem Rosto. O filme tem momentos interessantes, mas a direção não soube aproveita-los como deveria. 

Slender Man: Pesadelo Sem Rosto | Crítica 7

Wren (Joey King) is terrorized by Slender Man while researching “paranormal” activity in Screen Gems’ SLENDER MAN.

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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