Sobrenatural: A Última Chave | Crítica

Um filme que vai divertir os fãs dessa franquia

Sobrenatural: A Última Chave é o quarto filme da franquia que se iniciou com James WanLeigh Whannell, uma dupla que sabe muito bem trabalhar terror, já que nos deram a franquia Jogos Mortais. Nesse filme, somos aprofundados mais ainda nas origens de Elise Rainier (Lin Shaye), a personagem que se tornou o centro dos longas, a medida que a vemos voltando a enfrentar o horror que marcou sua infância e a colocou no caminho que conhecemos.



Os filmes de Sobrenatural sempre tiveram algo de inusitado. Como os produtores sabem muito bem usar efeitos sonoros, o movimento da câmera e todo o cenário ao seu favor para assustar, eles pareciam fazer exatamente o que você espera de um filme de terror: fazer o espectador tomar uns bons sustos. A Última Chave consegue isso, ainda mais com uma ótima performance de Shaye nos conduzindo na sua história mais pessoal.

Infelizmente, a história parecia uma montanha russa de coisas boas e ruins que não conseguem se equilibrar. Enquanto a relação da protagonista com sua equipe é divertida e bem descontraída, uma boa parte do drama familiar de Elise parecia mais algo que você esperaria de um filme para TV. O que me faz pensar se ainda tem muito dessa franquia para se contar nas telonas. 

No final, Sobrenatural: A Última Chave traz um enredo que vai divertir os fãs que acompanham essa história desde o começo. Aqueles que esperam mais de um filme de terror, especialmente com essa nova leva surgindo, talvez nem tanto. 

 

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