Thor: Ragnarok | Crítica 9
Críticas de Filmes

Thor: Ragnarok | Crítica

Marvel nos entrega um filme com espirito da Sessão da Tarde

Parece que a Marvel quer explorar ao máximo comédias com um tom nostálgico. Guardiões da Galáxia tinha disso, o novo filme do Homem-Aranha também, e agora é a vez do Deus do Trovão se entregar a comédia e nos dar seu melhor filme.

Em Thor: Ragnarok, o diretor Taika Waititi usa bastante da formula de James Gunn para dar uma repaginada em Thor (Chris Hemsworth). O personagem já teve dois diretores, mas só conseguiu empolgar mesmo nos filmes dos Vingadores, sem contar que seu irmão Loki (Tom Hiddleston) sempre roubava os holofotes. Um personagem tão importante nos quadrinhos que não tinha o mesmo peso nos cinemas. O que se restava fazer?

Aproveitando ao máximo do carisma e da via cômica de Chris, eu acredito que muitos vão começar a ter um carinho maior pelo personagem nesse filme, que levou todos da minha sessão a gargalhadas. Dessa vez Thor tem que enfrentar a Deusa da Morte, Hela (Cate Blanchett), e formar uma aliança inesperada com Hulk (Mark Ruffalo), Valkyrie (Tessa Thompson) e seu irmão para salvar Asgard dá destruição.

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O filme tem uma dinâmica de personagens muito boa. Taika realmente soube como tirar o maior proveito dos heróis e vilões que tinha de um jeito bem divertido, sem soar nenhum pouco descaracterizado. As cenas de ação foram uma das melhores da Marvel. Thor realmente se consagrou como o Deus do Trovão.

Hela então foi uma das melhores vilãs do estúdio. Cate trouxa uma elegância e força a personagem que te deixa hipnotizado. Ela foi a melhor escolha para a vilã, mas Cate é o tipo de mulher que te seduz só com o olhar e dava para ver como ela adorava o que estava fazendo. Sua presença e a dinâmica entre o Thor e o Hulk vai ficar na mente de todos.

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Infelizmente, não vai ficar por muito tempo. O filme é um tanto fraco quanto ao seu roteiro e funciona mais como uma diversão passageira, como quando seu amigo conta uma piada muito engraçada e vocês logo estão falando de outra coisa. Taika também não funciona muito bem no drama, embora trabalhe bem com a parte contida do filme. 

No final, mesmo tendo mais humor que roteiro, Thor: Ragnarok é incrivelmente divertido e vai levar os fãs a loucura nas cenas de ação. A Marvel acertou mais uma vez.

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Marvel Studios Thor: Ragnarok..L to R: Thor (Chris Hemsworth) and Hulk (Mark Ruffalo)..Photo: Film Frame..©Marvel Studios 2017

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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