4 livros nacionais que poderiam virar ótimas produções audiovisuais

Como sonhar não custa, fica aqui uma lista bem curtinha de livros brasileiros (de fantasia) que poderiam ser belas produções audiovisuais (dependendo da equipe responsável, é claro!).

Ao longo dos anos, foram incontáveis adaptações de livros para o audiovisual. Algumas tiveram sucesso incontestável. Outras, nem tanto. Porém, em poucas ocasiões tivemos adaptações da literatura nacional para as telonas ou telinhas.

Como sonhar não custa, fica aqui uma lista bem curtinha de livros brasileiros (de fantasia) que poderiam ser belas produções audiovisuais (dependendo da equipe responsável, é claro!).


1. Exorcismos, amores e uma dose de blues, de Eric Novello (editora Gutenberg) – série ou filme

Tiago Boanerges é um mago exorcista que vive em Libertá, uma cidade com a atmosfera do blues e do noir. Após fracassar em uma missão, Tiago foi demitido do Conselho de Hórus, uma organização que investiga casos sobrenaturais. No entanto, seu antigo supervisor o visita e propõe que o mago conclua o trabalho que não foi finalizado: exorcizar uma musa que quase custou sua vida. Em uma possível produção, poderíamos ver e sentir o blues e o noir se mesclando à paixão, à melancolia e à redenção. Algo desse tipo talvez não fosse tão barata por conta dos cenários fantásticos e repletos de magia, mas sem dúvida seria algo lindo de se ver.

2. Ouro, Fogo e Megabytes, de Felipe Castilho (editora Gutenberg) – filme

Anderson é um menino de 12 anos que passa boa parte de seu tempo jogando Battle of Asgorath, um jogo online de RPG. O menino, inclusive, é o segundo colocado do ranking mundial, o que chama a atenção de um grupo misterioso que o convence a comandar uma operação. Ao chegar em São Paulo, Anderson viverá uma aventura no meio de seres folclóricos, ecoativistas e vilões magnatas. Uma produção feita para o público infanto-juvenil e que com certeza agradaria todas as idades. Pela primeira vez veríamos uma superprodução com criaturas do folclore nacional, incluindo um boitatá gigante na Francisco Matarazzo.

3. Lobo de Rua, de Janayna Bianchi (editora Dame Blanche) – filme

Não, não seria “só mais um filme de lobisomen”. Uma adaptação de “Lobo de Rua” teria tudo para chocar e empolgar o espectador. A licantropia, contraída por Raul, um morador de rua, é apresentada em um novo formato. Tito Agnelli, um lobisomen já contaminado há décadas, se compadece do sofrimento de Raul e o acolhe na Alcateia de São Paulo. Ao longo da história, Tito comenta, entre outras coisas, que a maldição é contraída durante o sexo e apenas os homens a manifestam. Seria uma produção onde o foco não seria necessariamente os efeitos visuais da transformação, mas sim o sofrimento de Raul como um lobo de rua, ao passo em que vemos um laço se formar entre os dois personagens. E tudo isso sem saber o que realmente nos espera no fim da história.

4. O Auto da Maga Josefa, de Paola Siviero (editora Dame Blanche) – série

Essa serviria muito para os fãs de “Supernatural”. Toninho, um jovem caçador de demônios, encontra Josefa, uma misteriosa maga que também está atrás de criaturas malignas. A dupla percorre o Nordeste enfrentando vampiros, fantasmas e toda a sorte de seres fantásticos. Mesmo após o fim do livro, fica claro que há espaço para muitas outras aventuras dos caçadores sobrenaturais. A narrativa se encaixaria muito bem em uma série de episódios curtos, com bastante humor, magia negra e criaturas fantásticas.

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