Escape Room | Crítica 16

Escape Room | Crítica

Um filme que todo fã das salas Escape vai querer  conferir. Esse tipo de jogo mal chegou e agora é como se fosse uma febre que você pode ver se espalhando pelas ruas. Com a quantidade de salas que vi, só em São Paulo, não iria demorar para que algum estúdio decidisse brincar com esse conceito.

Sony Pictures e o diretor Adam Robitel se uniram para contar a história de seis estranhos que são convidados para desvendar os mistérios de um Escape Room, a sala mais realista de todas, eles só não podiam esperar que seria desvendar os mistérios ou morrer tentando.



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O filme em si tem um conceito difícil de se ignorar. Ele presta homenagens a franquias como Jogos Mortais, mas sem parecer muito forçado ou mesmo desgastante. Cada sala é interessante e os efeitos visuais foram bem colocados. Se levarmos em conta o grupo de protagonistas, temos um filme que consegue entreter e muito bem.

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Infelizmente, mesmo as atuações de Taylor RussellLogan MillerDeborah Ann e Woll Jay Ellis não conseguem compensar certos momentos do longa. Eles deviam ter ficado no simples ao invés de querer elevar tanto a mitologia.

No entanto, como um divertimento de uma hora e meia, Escape Room é o filme que você está procurando. Ele tem bons momentos de tensão e de comedia. 

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3.7




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