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Especial: Brasil entra (finalmente) na onda da autopublicacao.

Por PublishNews –  Iona Teixeira Stevens

Especial: Brasil entra (finalmente) na onda da autopublicacao. 6

Se no exterior o self-publishing serve muitas vezes de trampolim para o sucesso editorial, no Brasil, até pouco tempo, autores que lançavam seus livros de forma independente eram relativamente escassos. Mas o cenário está mudando, com o consumo de e-books crescendo exponencialmente e com a perspectiva da chegada dos players internacionais e suas plataformas que viabilizam o self-publishing, o mercado editorial brasileiro começa a criar o seu próprio espaço de autopublicação. A FDigital, por exemplo, já nasceu internacional, com dono brasileiro e sede na Inglaterra. Oferece serviços de tradução, distribuição nacional e internacional e atrai tanto autores brasileiros que buscam respaldo no exterior quanto autores estrangeiros que gostariam de ver seus livros publicados em outros países.

Outra plataforma, que esteve presente inclusive na Bienal de São Paulo, é a Perse, que busca ser uma ferramenta para autores independentes e propõe um modelo onde os autores escolhem os preços dos livros e quanto desejam receber de royalties. A livraria digital Buqui, um pouco mais veterana, também possui seu espaço para a autopublicação.

Alguns modelos alternativos de vendas de livros já provaram dar bons resultados, e o gasto do brasileiro com aparelhos portáteis e conectados vai de vento em popa. O que falta para o Brasil disparar na produção de livros autopublicados? Leitores desses títulos ou autores independentes?

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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2 Comments

  1. Oi Gui, eu não sabia que o mercado de autopublicação estava crescendo. Na verdade isso ajuda bastante os autores que não tem uma editora que publique seus trabalhos. Afinal, nós sabemos que achar uma empresa do ramo editorial que aposte nos novos autores é yper difícil, então acredito que esta seja a solução mais viável pra quem deseja entrar no mercado literário.
    Eu passei no estande da Perse na Bienal pra dar uma olhadinha, pq conheço várias obras que foram publicadas através deles. Acho bacana o projeto que eles desenvolvem, e que cá pra nós esta crescendo bastante nos últimos meses.
    Eu particularmente não gosto de ebooks, mas vejo que muito em breve essa febre vai atingir de vez os leitores brasileiros. Só desejo que os livros feitos de papel não desapareçam por conta dessa tecnologia que vem cativando cada vez mais pessoas…
    Beijão querido!

    My recent post Especial// 22ª Bienal do Livro de São Paulo

  2. Acho uma ótima idéia, porque as coisas aqui no Brasil não tão faceis para os escritores. Eles e nós pagamos um preco alto pelos livros.

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