A temporada do Oscar já se reflete nas livrarias. Estão nas prateleiras reedições de obras literárias que inspiraram filmes indicados a várias categorias do prêmio. Os descendentes (Alfaguara) é o romance de estreia da americana Kaui Hart Hemmings, que usa o Havaí como cenário da história de uma família incomum, chefiada pelo personagem vivido por George Clooney. 

Clássico da literatura de suspense, O espião que sabia demais (Record), do craque John le Carré, exibe capa nova nas vitrines com o rosto do protagonista Gary Oldman. O inglês briga pela estatueta de melhor ator.

Primeiro volume da trilogia Millennium, Os homens que não amavam as mulheres (Companhia das Letras), do sueco Stieg Larsson, já era best-seller antes de chegar a Hollywood. Com a providencial mãozinha de Hollywood, deve atrair mais leitores. Sobretudo, conquistá-los para os outros livros da saga: A menina que brincava com fogo e A rainha do castelo de ar.

O autor, coitado, não aproveitou a fama. Stieg Larsson morreu de enfarte em 2004, antes do lançamento do primeiro volume da saga. Mas a atriz Rooney Mara disputa o Oscar por seu trabalho: tem impressionado como a jovem hacker que ajuda o jornalista Blonkivst.

 

Publicado originalmente em Pernambuco.com

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