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Livros de mulheres que assinaram com pseudônimos masculinos são relançados

Por muitos anos, mulheres não puderam assinar seus livros. Não era aceito pela família, bem visto pela sociedade ou, simplesmente, não venderia. Por isso, usavam nomes masculinos. O projeto Original Writers, feito em parceria com HP, tenta corrigir uma parte desse erro histórico criando novas capas para livros com o nome das autoras.

Entre os livros selecionados, clássicos franceses, como Valetine, escrito por Amandine Dupin, que assinava como George Sand; A Filha do Bosque, escrito por Eugénie-Caroline Saffray, que assinava como Raoul de Navery. A lista completa pode ser conferida aqui.

Eles incentivam a impressão das capas para usá-las em bibliotecas pelo mundo, substituindo as antigas.

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via claudia

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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