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Prêmio Jabuti anuncia primeira lista de finalistas de 2020

O Prêmio Jabuti divulgou, nesta quinta (22), os 10 finalistas de cada uma das 20 categorias da sua 62ª edição. Este ano, o prêmio continuou com a divisão das categorias em quatro eixos – Literatura, Ensaios, Livro e Inovação – e, com o objetivo de tornar a premiação mais abrangente, criou uma nova categoria, Romance de Entretenimento. Ao todo, o Jabuti recebeu nesta edição, 2.599 inscrições, número 20% maior do que a edição de 2019. São 200 finalistas, de 117 selos editoriais e ainda 10 autores independentes.

Na nova categoria – com “romances voltados para o grande público” e com ênfase na estética –, estão entre os finalistas A filha do reich (Jangada), de Paulo Stucchi; Serpentário (Intrínseca), de Felipe Castilho; Olhos bruxos (Penalux), de Eliezer Moreira; A telepatia são os outros, de Ana Rüsche e Numezu, de Jorge Alexandre Moreira, ambos da Monomito Editorial e Uma mulher no escuro (Companhia das Letras), de Raphael Montes.

Em Romance Literário, estão entre os selecionados nomes como Chico Buarque com a obra Essa gente (Companhia das Letras); Maria Valéria Rezende e a sua Carta à rainha louca (Alfaguara); Paulo Scott, com Marrom e amarelo (Alfaguara); Edney Silvestre, com O último dia da inocência (Record); Luiz Ruffato com a obra O verão tardio (Companhia das Letras); e Itamar Vieira Junior, com Torto arado (Todavia). Carol Rodrigues (O melindre nos dentes da besta / 7 Letras), Gabriela Aguerre (O quarto branco / Todavia), Mariana Salomão Carrara (Se deus me chamar não vou / Nós) e Adriana Lisboa (Todos os santos / Alfaguara), completam a lista.

Dentro do eixo Ensaio, a categoria de Humanidades também sofreu mudanças por reunir variados temas e receber um grande volume de obras para avaliação. A partir desta edição, surgiram as categorias Ciências Humanas e Ciências Sociais. Nesta primeira, obras de peso também foram selecionadas. Estão na disputa Pequeno manual antirracista, de Djamila Ribeiro; Ideias para adiar o fim do mundo, de Ailton Krenak; Dicionário da república, de Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling; Sobre o autoritarismo brasileiro, também de Lilia Schwarcz; todos publicados pela Companhia das Letras; Protagonismo negro em São Paulo: história e historiografia (Edições Sesc SP), de Petrônio Domingues; e O pêndulo da democracia (Todavia), de Leonardo Avritzer.

Sobre os 10 autores independentes selecionados nesta primeira lista do prêmio, quatro deles estão na categoria Histórias em Quadrinhos. Os outros estão em Infantil (1), Juvenil (1), Artes (1), Biografias, documentários e reportagem (1), Economia criativa (1) e Ilustração (1).

Para conferir a lista completa dos 200 finalistas, clique aqui e aqui para conhecer também os jurados de cada categoria.

A segunda lista, com os cinco finalistas em cada categoria será divulgada no dia 5 de novembro no site do prêmio. Já os vencedores e o ganhador do Livro do Ano serão anunciados cerimônia de premiação on-line, que será transmitida ao vivo nas redes sociais da CBL, no dia 26 de novembro.

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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