Resenha: Eu me chamo Antonio, de Pedro Gabriel 3
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Resenha: Eu me chamo Antonio, de Pedro Gabriel

 
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Título: Eu me chamo Antônio
Autor: Pedro Gabriel
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 192
Classificação: 5/5  estrelas

Eu me chamo Antônio é uma reunião de histórias/poesias/pensamentos escritos em guardanapos por um cara que não se chama Antônio (pelo menos na certidão de nascimento), mas sim Pedro Gabriel, nascido em N’Djamena, capital do Chade, que veio ao Brasil quando tinha 12 anos e encontrou na escrita uma forma de se adaptar à nova língua e se destacar.

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Confira a sinopse:

Antônio é o personagem de um romance que está sendo escrito e vivido. Frequentador assíduo de bares, ele despeja comentários sobre a vida — suas alegrias e tristezas — em desenhos e frases escritas em guardanapos, com grandes doses de irreverência e pitadas de poesia.

Antônio é perito nas artes do amor, está sempre atento aos detalhes dos encontros e desencontros do coração. Quando está apaixonado, se sente nas nuvens e nada parece ter maior importância, e, quando as coisas não saem como esperado, é capaz de enxergar nas decepções um aprendizado para seguir adiante. Do balcão do bar, onde Antônio se apoia para escrever e desenhar, ele vê tudo acontecer, observa os passantes, aceita conversas despretensiosas por aí e atrai olhares de curiosos. Caso falte alguém especial a seu lado (situação bastante comum), Antônio sempre se acomoda na companhia dos muitos chopes pela madrugada.

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Provavelmente você já deve conhecer o trabalho de Pedro Gabriel pela página que leva o mesmo nome do livro no Facebook (link), e nesta publicação da Editora Intrínseca, você encontra os guardanapos de Pedro elevados a outro nível.

A arte gráfica do livro está impecável, é uma ótima opção para dar de presente para quem gosta de poesia e pensamentos relacionados ao amor. No decorrer das quase 200 páginas, conhecemos um pouco mais do trabalho do poeta e nos aproximamos de sua realidade, que comprova que as melhores ideias aparecem nas horas mais inesperadas.

“Com direito a balcão confuso, contas e mais contas penduradas, balas com validade quase vencida, charutos importados, promoções-relâmpago: pague um, leve dois; lave três, pegue dois, o fiel café de todo santo dia…” (pag. 07) 

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Como complemento do livro, temos um “guardanapo” em branco nas ultimas páginas para soltar a imaginação e fazer uma versão personalizada dos guardanapos de “Eu me chamo Antônio”.  

Garanta o seu exemplar de "Eu me chamo Antônio" pelo link.

E o mais legal de tudo isso é que a Editora Intrínseca criou um site oficial para o livro, e se você compartilhar as fotos nas suas redes sociais com a hashtag #livrodoantônio, pode aparecer na galeria no site.

Resenha escrita por Guilherme Cepeda – Burn Book ©

*Imagens retiradas do site oficial do livro*

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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4 Comments

  1. Mas o nome dele é Antônio sim… é Pedro Antônio Gabriel Anhorn ‘-‘

    1. Sim e não kkkk

      Pra tudo ele usa Pedro Gabriel, e não Antônio (tem uma entrevista dele falando isso).
      Obrigado pelo comentário
      Bjs

  2. Amei. Queria ganhar de presente de alguem hehehee

    1. É muito bom mesmo, super presente 🙂

      Obrigado pelo comentário
      Bjs

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