Resenha: Principe Mecanico, de Cassandra Clare 3
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Resenha: Principe Mecanico, de Cassandra Clare

Principe-Mecanico
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Príncipe Mecânico (As Peças Infernais #2)
Autor: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Páginas: 406 
Resenha por Mariana Rodrigues
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Resenha:
 
É fato que CASSANDRINHA (minha amiga íntima) me conquistou. Assim que li CIDADE DOS OSSOS me vi surtando por conta de uma série que viria se tornar minha preferida: OS INSTRUMENTOS MORTAIS. A cada livro que resenho d’OS INSTRUMENTOS me vejo mais fascinada pelo mundo que a autora criou. Quando eu achava que seria impossível ela continuar me agradando após os três primeiros volumes, ela me apareceu com CIDADE DOS ANJOS CAÍDOS e UOU, ganhou não só meu coração, mas também minha alma, sendo ele o meu preferido dos livros da série.
 
Diversas vezes repeti que por mim CASSANDRA escreveria uns 50 livros da série, que eu ia ler todos, etc. Mas claro que não imaginei que a autora levaria isso ao pé da letra, ao que parece levou (Oo), afinal, vêm surgindo diversas outras séries que pegaram embalo em OS INSTRUMENTOS MORTAIS. Não sei se vou acompanhar tudo que vai sair por aí, como por exemplo a série do Magnus Bane, mas AS PEÇAS INFERNAIS, formada por três livros e que conta como era o mundo antes de OS INSTRUMENTOS MORTAIS, me conquistou também e me rendi a leitura J
 
Sei que acabei de criticar a quantidade de livros que a série vem ganhando, mas eu AMO demais OS INSTRUMENTOS MORTAIS para não ter uma curiosidade gigantesca para saber o que aconteceu antes de Clary e Jace, por isso, foi com muito amor no coração que eu embarquei na leitura de PRÍNCIPE MECÂNICO e fiquei muito triste por ter acabado e ter que ficar chupando o dedo esperando o próximo volume L
 
Uma coisa que costumo elogiar nos livros da CASSANDRA é a quantidade certa de romance. Nada meloso, nada de nhenhenhém, o romance acontece quando e se der tempo, afinal, nossos personagens estão ocupados com coisas maiores. Nesse volume, o triângulo amoroso é bem explorado, e a escolha de Tessa me surpreendeu, por isso continuo AMANDO essa menina em PRÍNCIPE MECÂNICO também me permitiu descobrir as razões de Will ser tão insuportável. A realidade é que não achei nada demais seus motivos. Achei a conclusão dos fatos bastante óbvias e que o personagem gosta mesmo é de um draminha. Desculpa, gente, mas uma vez que eu antipatizo, fica difícil me ganhar. Will pareceu estar mudando um pouco nesse volume, mas vai precisar do próximo para que eu sinta uma pontinha de simpatia por ele. Já Jem (suspirei), adoro o rapaz! Adoro suas atitudes, seu modo de pensar, de ser, sua fragilidade por conta da doença, adoro tudo, tudo, tudo nele (suspirei de novo). Outra personagem feminina que adorei no livro foi Sophie, adoro, adoro, adoro.
 
Confesso, porém, que até o capítulo 11 achei o livro meio monótono. Não que não acontece nada, mas achei apenas diferentes dos outros da CASSANDRINHA que são cheios de ação desde o início. Até essa parte achei o livro muito cheio de intrigas, futricas, especulações, achismos, etc. Mas, de uma hora para outra, de um capítulo para outro, a transformação na ação foi brutal e tudo passou a ter realmente a cara da realeza CASSANDRA. E claro que eu passei a gostar mil por cento da história! O livro passou de algo que estava bacaninha para interessantíssimo e devorável.
 
O triste é que agora só sobraram minhas unhas para devorar até que PRINCESA MECÂNICA chegue, e até lá, provavelmente já estarei sem os dedos também, mas tudo bem, estou fazendo mil conjecturas sobre quem ou o quê é Tessa 🙂
 

Resenha escrita por Mariana Rodrigues –  s2 Ler

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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