Resenha: A Doutrina da Morte - Regras do Jogo, James Dashner 16

Resenha: A Doutrina da Morte – Regras do Jogo, James Dashner


A segunda parte da jornada que começou em O Jogo Infinito chegou, e se você acha que já sabe tudo sobre a VirtNet, pense de novo.

James Dashner sempre foi um dos meus autores favoritos, desde que li Maze Runner não consigo parar de ler os trabalhos que tenha seu nome. Gosto muito do jeito como ele sempre muda completamente o jeito como vemos a histórias. James sabe como inserir aquela reviravolta que nos deixa completamente perdidos. Alguns podem não gostar disso, mas eu acho o melhor dele. Esse gostinho de não saber o que está acontecendo só me faz querer mais.



Regras do Jogo teve essa sensação de não saber muito bem o que está acontecendo, principalmente depois do que aconteceu com Michael no final do último livro. O modo como ele lidou com tudo aquilo, acho que não podia esperar uma reação diferente. Mas as mentiras não parariam de vir. Agora que a história nos leva mais para o mundo real, fica cada vez mais difícil ver quem podemos confiar. Se bem que eu nunca confiei em Kaine.

O vilão está cada vez mais poderoso e nem mesmo os mais experientes da VirtNet parecem ter uma chance contra ele. Eu adoro vilões poderosos, que parecem estar em toda parte, não importa onde você se esconda. Kaine serve o proposito de grande obstaculo, embora mantenha uma certa ingenuidade da vida fora da VirtNet que Sarah viu de relance.

Essa menina é tão foda quanto Bryson e o próprio Michael. Sofreu tanto quanto seus amigos, mas nunca desistiu. Nenhum dos dois desistiu de Michael, mesmo com o inferno que ele vivia internamente, coisa que ninguém podia entrar lá para ajudar, e em sua jornada contra Kaine. Foram tantas cenas de ação, armadilhas, informações jogadas na cara de nossos heróis para que eles se sentissem, e nós também, perdidos.

No final eu só queria saber como tudo isso podia estar acontecendo e o que está por vir. Se você leu está continuação, também está perdido. Não sabemos o que está acontecendo de verdade. Mas precisamos saber. 

Ler um livro de James Dashner é o mesmo que atravessar um túnel escuro. Você não pode fazer nada, a não ser se ver jogado por caminhos que você não sabe onde vão levar. O começo do livro foi um tanto repetitivo e cansativo. Mas espere um pouco. Logo a loucura começa.

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Capa
70
Enedo
85
Narrativa
75
Personagens
75
Nota dos Leitores:4 Votes
76
76


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