A Filha do Pastor das Árvores
Autora: Gillian Summers
Série: O Povo das Árvores
Páginas: 280
Editora: Bertrand Brasil

Resenha por: Babi Ever
 
 
 
 
 
 
 
Com a morte da mãe, Keelie Heartwood, uma jovem de apenas quinze anos, é forçada a deixar sua adorada Califórnia para viver com o pai nômade no Festival da Renascença de Montanha Alta, no Colorado. Lá, coisas estranhas começam a acontecer — estranhas mas familiares. Keelie percebe que algumas pessoas do festival têm orelhas pontudas, incluindo o cavaleiro mais bonito do lugar, Lorde Sean do Bosque. Quando ela começa a ver seres estranhos e a se comunicar com árvores, descobre que existe um segredo a seu respeito e percebe que seu pai lhe deve explicações.

A filha do pastor das árvores é um romance mágico e instigante que prende o leitor do começo ao fim. Após a leitura, viver na floresta em meio a um Festival da Renascença será uma ideia muito atraente. Um livro a ser devorado, independentemente da idade. 

 

A Filha do Pastor das Árvores é um bom livro, peca no desenvolvimento, mas conta com uma ideia interessante.

Keelie é uma garota de quinze anos que, após a morte da mãe, é obrigada a morar com seu pai em um festival da renascença com direito a cavaleiros, vestidos antigos, piratas e muito mistério. Mas esta não é a vida com a qual ela estava acostumada, em meio a tudo isso ela tem que lidar com sua "alergia" à madeira e o sussurrar das árvores.


A Filha do Pastor das Árvores é um livro que tem um ritmo lento, embora eu tenha lido em apenas dois dias, realmente, este passa longe de um cinco estrelas, são tantos buracos e personagens pouco desenvolvidos que você sente que as informações são jogadas em você, pouca coisa é explicada, o que me deixou muito irritada.

Não espere um livro de romance, ou ao menos não neste primeiro livro da trilogia, pois não encontrará. As autoras tentaram, mas não conseguiram, fazer um romance entre a imatura Keelie e o Lorde Sean (que é um chato). Achei um despropósito enorme inserir um interesse amoroso para a personagem, mas ao que parece um livro YA não é YA sem um romance bobinho adolescente.

Gostei do pai de Keelie, Zeke, ele e seu gato Knot são ótimos personagens, principalmente o gato. Zeke por vezes me pareceu um bobo, mas por alguma razão me encantei por ele.

O que salvou o livro foram as árvores, elas tornaram tudo encantador, sussurrando seu pedido de ajuda para Keelie, eu não tive como não me render à elas, depois de terminar o livro desejei abraçar uma árvore.

Não vou dizer que não gostei do livro. Gostei, ri em algumas ocasiões, me vi esperando algumas revelações e desejando que a princesa Elia caísse, literalmente, do cavalo. Poderia ter sido um livro muito melhor sem o Lorde Sean, se a Keelie não fosse tão imatura e se as autoras tivessem tomado mais cuidado no desenvolvimento, mas entretê e faz você pensar na vida que há dentro das florestas, mesmo com os pontos negativos irei ler a continuação.

Não é um livro que eu recomende totalmente, há livros do gênero que são muito melhores, então deixo por sua conta e risco.


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– Capa Americana:

 

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