Resenha: A Pirâmide Vermelha, de Rick Riordan

 

 
 
 
 
A Pirâmide Vermelha
Autor: Rick Riordan
Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 448
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desde a morte de sua mãe, Carter e Sadie viveram perto de estranhos. Quando Sadie viveu com os avós, em Londres, seu irmão tem viajado o mundo com seu pai, o egiptólogo brilhante, Dr. Júlio Kane.
Uma noite, o Dr. Kane traz os irmãos juntos para uma experiência de “pesquisa” no Museu Britânico, onde ele espera para acertar as coisas para sua família. Ao contrário, ele liberta o deus egípcio Set, que expulsa-lo ao esquecimento e forças das crianças a fugir para salvar suas vidas.
Logo, Sadie e Carter descobre que os deuses do Egito estão acordando e, o pior deles – Set – tem a sua visão sobre o Kanes. Para detê-lo, os irmãos embarcam em uma perigosa viagem em todo o mundo – uma busca que traz os cada vez mais perto da verdade sobre sua família e seus vínculos com uma ordem secreta que existiu desde o tempo dos faraós.



ALERTA:

“O documento a seguir é uma transcrição de uma gravação. Em algumas partes, a qualidade do áudio estava ruim, então algumas palavras e frases representam o melhor palpite do autor. Onde foi possível, ilustrações de importantes símbolos mencionados na gravação foram acrescentadas. Barulhos de fundo como arrastar de pés, tapas e xingamentos ditos pelos dois narradores não foram transcritos. O autor não garante a autenticidade da gravação. Parece impossível que os dois jovens narradores estejam dizendo a verdade, mas você, o leitor, deve decidir isso sozinho.”

Um dos livros mais esperados do ano foi lançado recentemente no Brasil pela editora Intrínseca.
 

“A Pirâmide Vermelha” é o primeiro volume da série “Crônicas dos Kane” que conta a história de uma família envolvida nos assuntos dos Deuses do Antigo Egito, que parecem estar despertando novamente.
 
O livro começa com um aviso, que me deixou com mais vontade ainda de desvendar os mistérios e conhecer os deuses e mitos da mitologia egípcia.
 
A história é contada pelos irmãos Carter e Sadie. Desde a morte misteriosa da mãe na Agulha de Cleópatra, os irmãos moram separados.
 
Sadia mora com os avós maternos na Inglaterra. Os avós de Sadie entraram na justiça para ter a guarda da menina, e depois de um tempo acabou conseguindo, então o pai dela, Julius só a vê duas vezes no ano, uma no inverno outra no verão.
 
Carter mora com o pai Julius, que é um arqueólogo e egiptólogo, e os dois viajam ao redor do mundo sempre em busca de novas informações e grandes pesquisas sobre Egito e sobre a sua mitologia.
 
Tudo começa quando Julius Kane, um egiptólogo renomado, provoca uma explosão durante uma visita à exposição egípcia no British Museum que resulta numa aparição nada humana que por sua vez desencadeia uma série de eventos inexplicáveis e potencialmente devastadores para a humanidade – além do desaparecimento do próprio Dr. Kane no processo. Após a explosão,Carter e Sadie se juntam para descobrir o que realmente aconteceu com o seu pai, e se acostumarem a serem Deuses. Não é bem por ai, mas não vou falar mais, que posso acabar dando Spoilers sobre o livro.
 
O formato da narrativa é totalmente diferente da série Percy Jackson, transcrição de um áudio em que os dois irmãos se revezam para contar a história. Um problema que os leitores vão encontrar é saber quem está falando, no começo é confusão na certa, eu nunca sabia se era o Carter ou a Sadie que estava narrando, tinha que olhar no topo da pagina para ver o nome do personagem, mas é algo que não é dificil se acostumar.
 
Carter e Sadie são personagens incríveis! Mas sem sombra de duvidas, minha personagem preferida do livro é Bastet (Bast para os íntimos) a deusa dos gatos e da fertilidade, com seu humor acido me conquistou e a cada pagina que passava, mais eu me apaixonava por ela. Cheguei até a pesquisar mais sobre o assunto, descobrindo que Bast é frequentemente confundida com Sekhmet,e tem uma passagem no livro que explica ou quase isso a diferença entre as duas divindades egípcias.
 
Não posso esquecer de citar personagens importantes, tais como Amós, Filipe da Macedônia e até Khufhu um babuíno fã dos lakers que roubam a cena em algumas partes do livro.
Algumas passagens da história lembram a série do cabeça de alga,uma saga de aventuras mirabolantes, um desfile de poderes místicos, missões grandiosas e muitas – muitas! – tiradas divertidas, como é comum aos personagens de Riordan. Além disso, os títulos dos capítulos hilários continuam fazendo a alegria dos fãs do autor.
 
Recomendo para todos que gostaram da série Percy Jackson e os Olimpianos, e para aqueles que não conhecem, não tem como se arrepender, porque o Tio Rick não erra nunca.
 
"A Pirâmide Vermelha" é um livro cheio de mistério, magia e muita aventura. Leia e viaje pelo mundo em busca dos milenares segredos egípcios.
 

 

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