Resenha: A Química Que Há Entre Nós, Krystal Sutherland

Uma história nada convencional sobre o primeiro amor

A Química Que Há Entre Nós é o romance de estréia da autora Krystal Sutherland, uma história que bebeu da mesma fonte de John Green, Rainbow RowellRobyn Schneider e outros autores do gênero. Não sei se a autora conhece algum deles, ou mesmo se gosta de ser comparada a eles, mas não tem como negar como esses autores podem ter os mesmos fãs, que se deliciam com as emoções que trazem sobre amor, colégio e os dramas da adolescência.

Esses três últimos elementos definem muito bem a história de Henry Page, um garoto que nunca se apaixonou antes, até o momento que a misteriosa Grace Town é transferida para sua escola. A partir daquele momento ele vai descobrir o lado bom e ruim de se estar apaixonado.



A escrita de Krystal é bem envolvente, ela não tem problema em trazer o leitor para a história, do mesmo modo que não é difícil sentir todos aqueles mesmo elementos de histórias jovens surgindo ao decorrer da trama. Acho que eu já li o bastante desse gênero e queira mais e fiquei feliz quando ela me deu isso em determinado momento. O final foge daquele padrão que você espera e a autora gosta de dar pequenos indícios disso ao longo da narrativa.

Talvez eu tivesse sido mais impactado se a narrativa de Henry não fosse tão igual a muitas outras, e algumas de suas atitudes fugissem do que você espera de um personagem masculino, mas, mesmo bebendo bastante do padrão desse gênero young adult, Krystal te consegue tirar aos poucos do óbvio até você devorar a história por completo.

Esse livro provavelmente é mais adequado a jovens leitores do que uma raposa velha como eu, mas até eu posso ver que existe uma certa beleza no que a autora quis nos dizer e espero que você também possa. 




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