Resenha: Deadfall: A Caçada, Anna Carey

Deadfall é o segundo livro e o final da duologia de Anna Carey. Em Blackbird, o primeiro livro, somos apresentados a uma garota sem memórias, que se viu no meio de um jogo. Perder significava a morte. Agora, em Deadfall,  suas memórias estão voltando, o passado se conecta mais ainda ao futuro e ela vai precisar juntar forças com outros jogadores se quiser vencer.

Eu fico feliz em dizer que acabei gostando mais de Deadfall. Mesmo com o desenrolar apressado, algo que a narrativa pareceu colaborar bastante, foi bom ver a ação ganhando um espaço maior na trama. Anna não deixou o romance para trás, mas ela soube como equilibrar esses dois gêneros distintos e nos fazer ficar preocupados com o destino dos personagens.




Com os riscos aumentando, a mitologia do mundo de Blackbird acabou crescendo. Realmente, é muito interessante o que a autora nos mostrou. Um mundo de caçadores e presas. Um conceito simples, mas fascinante. O problema foi justamente algo que comentei acima: foi tudo muito rápido. O enredo, o desenvolvimento dos personagens, o mistério por trás da mitologia. Tudo foi jogado de uma maneira tão apressada que não teve o impacto que poderia ter. Talvez se fosse uma trilogia, as coisas poderiam ser diferentes.

Mas no final, foi divertido. Com algumas mudanças, essa história daria um bom videogame. Fãs de Mentes Sombrias podem curtir bastante.

3.5

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