Diário de uma Paixão
Autor: Nicholas Sparks
Ano de Lançamento: 2010
Número de Páginas: 256
Editora: Novo Conceito
Resenha por: Carol 
 
 
 
 
 
 
 

 

A história começa no início de outubro de 1946 quando dois jovens, Noah Calhoun e Allison Nelson, se conhecem e se apaixonam perdidamente. Tudo parece perfeito, quando a família de Allie a impede de continuar a vê-lo devido a enorme diferença de classe social entre os jovens. Allie e Noah, lutam para levar uma vida normal, mesmo estando distantes. Até que um artigo de jornal muda tudo e reacende um amor há 14 anos adormecido.

"Nenhum afogado pode saber qual a gota de água que fez a sua respiração parar…"
 
 
Quem já leu algum livro do Nicholas Sparks, certamente há de concordar comigo que uma resenha sobre tal história nem seria necessária para despertar a curiosidade em algum livro do autor. Mas, como nem só de boas histórias vive o leitor, vamos à resenha.

Diário de uma paixão trata de um tema que hoje em dia pode ser considerado um tanto clichê: o amor. Tão banalizado ultimamente, as pessoas acreditam que ter um relacionamento aparentemente duradouro com uma pessoa, significa amá-la. Entretanto, o autor nos faz voltar no tempo e conhecer a maravilhosa história de Allie e Noah. E é por esse e outros livros que tratam de romance, que eu arrisco a dizer que ainda acredito no amor.

Allie é uma jovem rica e promissora, vinda de uma família tradicional que vai passar as férias numa pequena cidade do interior, Nova Berna. No meio de tanta beleza e natureza, Allie encontra um rapaz simples, muito charmoso e atencioso, Noah. Os dois compartilham de uma intensa e ardente paixão durante todo o verão. Juras de amor são feitas, e nenhum dos dois duvida que fossem feitos um para o outro.

A mãe de Allie, no entanto, uma mulher conservadora que espera um grande futuro e um esplendoroso casamento para a filha, acaba conseguindo um jeito de separar os dois. E ambos tomam caminhos diferentes na vida. Noah muda de cidade e depois acaba servindo ao exército durante a guerra, e Allie torna-se noiva de Lon, um importante executivo da cidade grande.

Anos depois daquele maravilhoso verão juntos, Allie e Noah reencontram-se numa antiga propriedade comprada por ele. E algo que parecia não ser mais possível, está presente em todas as ações e palavras ditas um ao outro: o amor entre os dois.

Mas nada é tão simples como anteriormente. Eles não são mais jovens, não estão mais de férias e nem são completamente descomprometidos (ela pelo menos). Mas o amor não escolhe lugar, rosto ou idade, ele simplesmente aparece.

O final nos traz algo completamente inesperado, e meu livro está até hoje meio estranho por eu ter chorado tanto nas últimas páginas. Muita pretensão minha dizer isso, mas assim como Allie só amei uma vez na vida (e não, ele nem de perto se parece com o Noah…). Mas nada que já não pudéssemos esperar de Nicholas Sparks, afinal, o cara É o Nicholas Sparks né. 

 
“Os românticos chamariam isto de uma história de amor, os cínicos diriam que é uma tragédia. Na minha cabeça é um pouquinho de ambas, e no fim das contas qualquer que seja a maneira como você escolha encarar este relato, nada altera o fato de que ele abrange uma grande parte da minha vida e do caminho que escolhi trilhar…”
 
Pra quem gosta de romances, é uma história realmente linda. Impossível não se emocionar com todos os sentimentos e tudo que é dito. A resenha ficou meio curta, porque tudo é focado em um elemento central (surpresa é claro) então se eu falasse mais, spoilers seriam impossíveis de segurar.


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Indico a todos aqueles que alguma vez já amaram, ou estão em busca (ou a espera) de um grande amor.

 
Curiosidades:
 
– Diário de Uma Paixão foi o primeiro livro escrito pelo autor.
– O livro já havia sido lançado no Brasil em 1997 como “O Caderno de Noah”, pela editora Objetiva.
– Mesmo sendo o primeiro livro do autor, entrou para a lista dos mais vendidos na primeira semana de lançamento pelo The New York Times, onde permaneceu por mais de um ano.
– Em 1995 , mesmo antes de ser publicado, o autor recebeu um adiantamento de R$1 milhão de sua editora. 
 
Originalmente, o livro foi publicado em 1996
 
–  Capas pelo mundo:


 

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