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Resenha: A Estrela que nunca vai se apagar

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A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar
Número de páginas: 448
Editora: Intrinseca
Classificação: 5/5  estrelas

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Se você chorou com “A Culpa é das Estrelas”, não tem nem ideia do que te espera em “A Estrela que nunca vai se apagar”.

O que dizer de um livro que você se emociona logo nas primeiras páginas? Que narra a história de uma garota que tinha vontade de viver e via nas mínimas coisas, oportunidades para continuar acreditando e levando alegria para os outros.

Com a história da menina que inspirou John Green a escrever A Culpa é das estrelas, aprendemos muitas coisas, entre elas: valorizar a vida.

Apenas seja feliz, e, se você não conseguir ficar feliz, faça coisas que o deixem feliz. Ou fique sem fazer nada com as pessoas que o fazem feliz. — página 384

Esther Grace Earl foi diagnosticada com um câncer da tireoide aos doze anos, mas não se deixou abalar. Na sua longa batalha contra o câncer, ela demostrou que era uma estrela que levava luz a vida de muitas pessoas, com generosidade e vontade de deixar a sua marca, de dizer que ela viveu por um proposito.

Filha, irmã e amiga divertida, alto-astral e inspiradora, Esther faleceu em 2010, logo após completar dezesseis anos, mas não sem antes servir de inspiração para milhares de pessoas por meio de seu vlog e dos diversos grupos on-line de que fazia parte.

Esther é uma garota excepcional, e com os diversos pontos de vista conseguimos conhecê-la melhor, suas manias, pensamentos, medos e o suporte de seus amigos que foram essenciais em todo esse processo. Entre esses amigos está o autor John Green, que ficou tocado com a garota e tenho certeza que a introdução escrita por ele vai fazer você derrubar algumas lágrimas.

A estrela que nunca vai se apagar é uma biografia única, inspiradora e que reúne diversos relatos, desenhos, pedaços do diário de Esther e depoimentos de pessoas que fizeram parte da vida de Esther.

A arte gráfica da versão nacional do livro está impecável, assim como a adaptação de expressões, desenhos e cores da versão original, mais um ponto para a Editora Intrínseca.

A vida não é para ser vivida pela metade. Ela deve ser aproveitada de maneira plena e total. Se você quiser fazer uma mudança no mundo, precisará ser forte. Precisará arriscar. Precisará perseverar. Às vezes, precisará seguir cegamente em uma direção mesmo sem ter qualquer certeza, mas porque acredita que ela vai levá-a ao lugar certo. — página 378

Admito que não tenho muito o que falar sobre esse livro, é uma leitura única que vai tocar cada leitor de um jeito diferente. Como diz o título do livro, Esther é uma estrela que apesar de ter nos deixado, vai continuar a guiar e iluminar a vida de muitas pessoas por muitos anos, seja pela sua trajetória de vida, pelos seus vídeos, ou por suas mensagens e amigos que não vão deixar essa estrela se apagar. 

Obrigado, Esther Grace Earl! 

Resenha escrita por Guilherme Cepeda – Burn Book ©

Assista aos depoimentos dos familiares e amigos de Esther sobre o livro: 

 

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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2 Comments

  1. Há uma semana mais ou menos dei uma olhada no livro, rapidamente, na livraria. Confesso que só de ler alguns trechos e ver as fotos já senti que provocou algo. Saber tudo o que essa garota enfrentou é triste, mas acima de tudo é encorajador.

    Um beijo, Livro Lab

  2. Assisti ao filme e, cara, chorei demais. Se eu for ler um livro desse eu vou deixar todas as páginas manchadas rs.

    http://eueminhacultura.blogspot.com.br/

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