Resenha: Gone – O Mundo Termina Aqui, Michael Grant

Não existem adultos ou qualquer um que possa te salvar

Gone – O Mundo Termina Aqui é o primeiro da série de livros de Michael Grant, sobre um grupo de crianças que precisa sobreviver sem ajuda de qualquer adulto. A ideia de não ter um adulto por perto até que parece legal. Não existe ninguém para te castigar, te por na cama mais cedo ou muito menos te dizer o que fazer. 

Também não existe ninguém para te dar comida ou afugentar os valentões, muito menos te proteger dos perigos que começam a surgir na cidade e as crianças que estão mudando. É num ambiente como esse que Grant nos conduz por uma jornada pela cidade de Praia Perdida, onde todos acima de 14 anos simplesmente desapareceram, num dia qualquer, no mesmo instante em que uma barreira invisível prendeu todas as crianças. 



Com certeza essa é uma premissa que já atrai de cara. O mundo que o autor cria é muito bem feito e até angustiante em certos pontos. Gone não é uma leitura simples, não que o livro seja ruim, é muito bom, cheio de reviravoltas, mas não é algo suave. Você talvez pense isso pela idade dos personagens, mas livros como Jogos Vorazes já nos ensinaram o contrário. O modo como as crianças lidam com os problemas que vão encontrando é de um modo bem realista, quase brutal, e o poder é algo que está sempre em jogo num mundo onde a sociedade deixou de existir.

O grupo de protagonistas é o que uma história como essa precisa. Posso dizer confiante que essa é uma história para fãs de Jogos Vorazes, Maze Runner, Divergente e todas as outras sagas com ritmo acelerado que foquem em jovens se tornando adultos dá pior maneira possível. Jovens leitores vão encontrar seu novo vicio com Sam e seus amigos, afinal, esse é apenas o começo.




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