Resenha: Gone – Praga, Michael Grant

A epidemia começou e ninguém está a salvo da praga a solta

Com o final de Mentiras já nos mostrando o que podíamos esperar de Praga, as crianças do LGAR mal tiveram tempo de respirar depois do incêndio que tomou a cidade e agora uma epidemia mortal está se espalhando pelas ruas.

É muito bom ver como Michael Grant continua amadurecendo seus personagens. Eles podem parecer crianças, mas deixaram de ser há muito tempo e os dilemas que tem que lidar são tão densos e impactantes que você não consegue imaginar uma história mais rica para jovens leitores. É fácil imagina-los presos nessa narrativa densa e ao mesmo tempo tão acelerada que é o estilo de Grant.



A história também evolui, com Sam tendo que encontrar uma nova fonte d’água e a Escuridão evoluindo seu ataque e suas criaturas. Para enfrentar uma ameaça como essa, num momento onde boa parte das crianças estão doentes, eles precisaram da ajuda de um antigo inimigo. Tudo acaba se unindo de um jeito explosivo e as reviravoltas no final mostram um novo começo para o LGAR.

Praga se mostra mais um grande volume da série Gone. Novos mistérios começam a surgir para manter a curiosidade dos leitores. Foram poucas as coisas que me incomodaram no decorrer do enredo. Grant podia ser menos repetitivo quando lidava com temas religiosos, mas é muito fácil devorar esse livro. 

 




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