Uma trilogia que não para de crescer

Depois do final de O Aprendiz, primeiro livro da trilogia Conjurador de Taran Matharu, acho que muitos ficaram como eu: loucos para por as mãos no próximo livro. Taran conseguiu criar uma ótima fantasia. Um mundo que vocês gostaria de fazer parte de tão rico e cheios de dilemas que casam muito bem com certas coisas que vemos na sociedade.

E fico muito feliz em dizer que ele continua desenvolvendo bem o que começou em A Inquisição. Depois de ser falsamente acusado de assassinato, Fletcher e seu demônio Ignácio tem que enfrentar um julgamento comandado pelas pessoas que querem destruí-lo. Com poucos aliados, ele verá um mistério muito maior a sua volta e uma missão que pode determinar o futuro de Hominum.

Primeiro tenho que dizer que a narrativa de Flecther continua bem gostosa de se acompanhar. Taran se mostra mesmo um filho da literatura de J.K. Rowling e traz todo um carinho para o mundo que criou, que acaba ficando maior. Eu não me cansava de ler sobre os novos desafios que o Fletcher, Sylva e Otelo tinham que enfrentar e como as coisas podiam ainda ser tão injustas para eles. O preconceito é um tema que o autor consegue colocar muito bem em sua obra sem ficar algo sobrecarregado ou insistente. Tudo flui de maneira muito natural em sua inscrita.

Taran aumenta o mistério e agora descobrimos mais do inimigo e o poder que possui. O final do livro foi tão intenso quanto o do primeiro. Fico feliz em dizer que a continuação foi até melhor que a antecessora e só posso esperar um grande final, porque o terceiro livro está chegando.

E que venha com tudo:

 

Resenha: A Inquisição, Taran Matharu
90%Pontuação geral
Capa95%
Enredo 90%
Narrativa 90%
Personagens 85%
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0%

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