Então o fim do mundo chegou e duas crianças criaram um labirinto.

Maze Runner: O Código da Febre é a tão aguardada prequel da série que nos mostraria os segredos por trás dos livros de James Dashner. De que lado Thomas e Teresa estavam? Cruel realmente era bom? Como o labirinto foi feito? Mesmo com o fim da história em A Cura Mortal, James nos deixou pensando em muita coisa.

Então teremos ou não respostas? Mais ou menos. O livro com certeza tem uma ótima narrativa, mostrando nossos clareanos desde pequenos. É difícil não ter uma sensação de nostalgia e querer saber mais como foi crescer nessa organização. O autor consegue nos conduzir muito bem nesse sentido e você realmente sente que está em boas mãos na jornada de Thomas e Teresa.

Eu falo dos dois, porque mesmo o Thomas voltando a ser o narrador (em 3° pessoal) o livro foca muito na relação dos dois e no seus papeis no Cruel, na verdade, fica bem claro como cada personagem era visto pela organização. Acho que cada vez mais consigo ver esse livro como um presente para os fãs. Nos dando uma nova visão de uma história que já conhecemos. Quem odiava a única garota do Grupo A vai adora-la no começo da história.

Infelizmente, não achei o livro tão instigante quanto os outros. A história tem uma atmosfera forte de Ender’s Game, um livro que eu adoro, mas ela fica muito preso no que prometeu nos contar: como era a vida dos clareanos antes do labirinto? E ela faz isso, lindamente, mas não vai muito além.


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No entanto, o livro sabe nos levar exatamente onde queremos e não tem medo de nos dar momentos tanto tristes quanto tensos pela decisão dos nossos heróis. No final da história fica mais fácil responde a grande pergunta: Cruel é bom?


Resenha: Maze Runner: O Código da Febre, James Dashner
84%Pontuação geral
Capa90%
Enredo 80%
Narrativa 80%
Personagens 85%
Votação do leitor 5 Votos
62%

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