Pegasus e o Fogo do Olimpo
 
Autora: Kate O’Hearn
Número de Páginas: 288
Editora: Leya
 

 

 

 

 

Quando Pegasus, o majestoso e mitológico cavalo alado, é atingido por um raio e cai em seu terraço durante uma violenta tempestade que deixa Nova York no escuro, a vida da jovem Emily transforma-se em uma lenda. Buscando ajuda para tratar os graves ferimentos de Pegasus, Emily recorre ao garoto estranho da escola, Joel. Trabalhando juntos, eles rapidamente descobrem que o cavalo alado tem mais do que ferimentos da tempestade.


Não jugue o livro pela capa? Quem disse isso estava completamente enganado. Pegasus e o Fogo do Olimpo quebra essa teoria, a capa é tão linda e impressionante quando a história em si. 
 
Kate O’Hearn segue os passos de Rick Riordan e da uma aula de mitologia grega, o próprio deu uma declaração na capa do livro que me deixou mais ansioso ainda para ler este livro, tio Rick disse: " Os fãs de mitologia grega encontrarão muita paixão em Pegasus e o Fogo do Olimpo. Kate O Hearn narra uma vencedora mistura entre aventura moderna fantasia clássica". 
 
É um prato cheio pra quem é fã de Percy Jackson, e apresenta outra visão dos Deuses e de outros seres mitológicos nem tão explorados como o Pegasus. Comparando com PJ, em Pegasus e o Fogo do Olimpo temos uma visão mais adulta da mitologia, mesmo tendo toda a fantasia em si, Pegasus não fala que nem o Black Jack, ele expressa seus sentimentos por movimentos e ações como os cavalos normais. 
 
Assim como Percy Jackson, a história se passa nos tempos atuais e na cidade de Nova York, porém os heróis desta vez não são semideuses e a história envolve Pegasus (ou Pégaso) que segundo a mitologia grega, nasceu do sangue da Medusa após ser decapitada por Perseu. Desde que viu a luz, voou para a morada dos imortais, o Olimpo, onde foi domado por Atena, que ofereceu o cavalo alado ao herói grego Belerofonte, para que combatesse a Quimera (monstro de duas cabeças). 
 
Com ele, Belerofonte tentou aproximar-se do Olimpo, mas Zeus fez com que Pégasus corcoveasse, provocando a queda do cavaleiro, que morreu. Transformado em constelação, o cavalo passou desde então ao serviço de Zeus. 
 
Durante uma forte tempostade, Pegasus é atingido por um raio e cai no terraço do Prédio de Emily, uma garota determinada e que se mostra uma caixinha de surpresas a cada capitulo do livro. 
 
Sem saber o que fazer com aquela criatura mítica ferida em sua casa, ela procura Joel, um estranho garoto de sua escola. Juntos eles cuidam do cavalo e descobrem, através das marcas que ele carrega uma guerra que acontece contra o Olimpo. 
 
Eles embarcam em uma aventura para salvar o Olimpo dos Ninrads e consequentemente salvando nosso mundo da devastação de monstros até então desconhecidos. 
 
Emily é uma garota determinada a enfrentar qualquer coisa por quem ama e para atingir seus ideais não vê barreiras em seu caminho. Sua vida muda totalmente quando Pegs ( para os íntimos) cai no terraço de seu prédio, ela cria um elo de amor e amizade com o ele. Pegs estava muito machucado, e com a ajuda de Joel, um garoto estranho de seu escola, Emily ajuda Pegs a se recuperar e eles começam a viver uma aventura cheia de mistérios, envolvendo seres mitológicos, deuses e um único objetivo: Salvar o Olimpo. 
 
A narrativa é ótima, me prendeu do começo ao fim, tornando o livro gostoso de ler, o que me fez passar horas na madrugada lendo para saber o desfecho e o que aconteceria com Pegs. 
 
Kate O’Hearn acertou em cheio na escolha do ambiente e desenvolvimento da história, podendo ser comparada facilmente com Percy Jackson ( mesmo eu achando PJ melhor) não deixa nada a desejar ao Tio Rick. 
 
Pegasus e o Fogo do Olimpo tem grandes chances de ser o best seller do ano, e ser uma saga de sucesso. Gostaria de agradecer a editora Leya por comprar os direitos de publicação da Saga, e faço um apelo para que não demorem muito para traduzir a continuação Pegasus e a Luta por Olimpo prevista para 07/07/2011 nos EUA e sem previsões para ser lançada no Brasil.
 
Recomendo a todos que gostam de uma boa história, mitologia grega e de conhecer novos autores até então anônimos no Brasil.
 
 
 
 
 

 


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