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Especial: Escritores da literatura de Sick-lit

Ana Lucia Santana, na InfoEscola

O mercado literário vive de temas que por algum tempo mobilizam a atenção do leitor. No início de 2013 notou-se uma prevalência de narrativas tristes, melancólicas, algumas até bem depressivas.

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Os primeiros lugares dos mais vendidos em veículos como “The New York Times” foram cedidos para livros como ‘A culpa é das estrelas’, de John Green, e As vantagens de ser invisível, de autoria de Stephen Chbosky. Críticos e classificadores de plantão já colaram uma etiqueta não muito lisonjeira nestas obras –sick-lit, que no idioma português pode ser traduzido como ‘literatura enferma’ ou ‘doentia’. 

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Cabem neste segmento enredos protagonizados por criaturas mergulhadas em enfermidades sérias, jovens depressivos, anoréxicos, pelos que já cederam à tentação do suicídio, ou por qualquer outro distúrbio que atinja crianças e adolescentes. Nesta etapa existencial conhecida como adolescência, garotos e garotas passam por sofrimentos muitas vezes difíceis de suportar. Com histórias como estas, eles podem ter uma ideia de como outros jovens agem quando atravessam contextos semelhantes ou até mesmo testemunhar dores mais atrozes que as suas.

Autores e Obras

John Green: A Culpa é das Estrelas; Quem é você, Alasca?; O Teorema Katherine; Cidades de Papel.
Stephen Chbosky: As Vantagens de Ser Invisível.
Jenny Downham: Antes de Morrer; You Against Me.
Joanna Kenrick: Red Tears; Screwed; Baby Father; Out; Mine; Mind Set.
R. J. Palacio: Extraordinário.
Natalie Standiford: Como Dizer Adeus em Robô.
Lou Aronica: A Garota que Semeava.
Sophie van der Stap: A Garota das Nove Perucas.
Boris Vian: A Espuma dos Dias.

Fonte

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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3 Comments

  1. Ainda não li nenhum livro sick lit, mas morro de vontade de ler as do John Green!
    My recent post Crianças indianas desenvolvem mapeamento não existente no Google.

  2. Eu escrevo muito sick-lit, é um gênero que gosto muito (mesmo antes de o nome ter sido criado).
    My recent post [Pecados e Tragédias] #3 – Imaculada (Parte 1)

  3. o único que eu li dessa lista é "As vantagens de Ser invisível", e adorei! Quero muito ler 'A culpa é das estrelhas' e o 'teorema de Katherine' (:
    abraços

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