Especial: Um tributo a Heroes 3
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Especial: Um tributo a Heroes

Texto por: Thiago de Carvalho Rêgo

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Em 2006 a televisão passava por um momento mágico. Lost estava começando a fazer escola, expandindo seu universo ao levar a história para fora da telinha . E nessa atmosfera que Tim Kring criou sua maior obra de arte: Heroes.

Aproveitando o que ainda era apenas uma marola – os super-heróis – Kring desenvolveu uma nova série, que retratava pessoas comuns descobrindo poderes extraordinários. Ele seguiu o manual de como conseguir sucesso direitinho.

Entendeu que mesmo tendo um projeto com potencial para o mainstream, toda a força da divulgação deveria vir de um nicho bem específico: os nerds. Afinal, são eles que entendem tudo sobre quadrinhos, os diferentes universos criados por cada editora, os fundamentos para cada tipo de poder. Assim, lançou sua série direto no paraíso na Comic Con. O resultado foi maior do que o esperado.

A história de Hiro Nakamura, Peter Petrelli e Sylar atingiu altos índices de audiência desde o primeiro episódio. Os relatórios dos sites de compartilhamento mostravam que Heroes estava sempre nas cabeças da pirataria. Sucesso instantâneo, tanto que se aproveitou da internet para criar conteúdo extra.

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De alguma forma, um nerd no Japão descobrindo que podia controlar o tempo/espaço, um enfermeiro de New York que acreditava poder voar e uma cheerleader indestrutível cativaram o público de forma surpreendente.

Eram personagens muito reais, com reações genuínas diante das descobertas de tais poderes. Hiro sabia exatamente o que fazer com eles. Sonhou a vida inteira com a possibilidade de se tornar um herói. Enquanto a stripper Nikki nem fazia ideia de que era uma releitura do médico e o monstro. E o que dizer de Sylar, um dos maiores vilões da TV?

Tudo isso começou há exatos sete anos – e dois dias, por causa dos anos bissextos. Se eu fosse o Hiro voltava no tempo para salvar a série, a cheerleader e o mundo.

Fonte

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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