Publicado no Blog das Séries

Quem passa por um tratamento contra o câncer geralmente precisa de muito apoio psicológico. Se conquistar sonhos significa um grande estímulo para uma pessoa saudável, como mensurar o impacto de um desejo realizado quando o beneficiado é uma criança debilitada pelo câncer? A confiança adquirida, a energia revigorada e a autoestima elevada são preciosos remédios que podem acalentar a alma. Desde 1980, quando um menino de sete anos com leucemia encarnou a rotina de policial por um dia nos Estados Unidos, a Fundação Make-A-Wish instituiu que a história seria o ponto de partida  para um compromisso maior − levar pessoas engajadas e interessadas em fazer o bem a realizar o sonho de pacientes terminais.

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Com a ajuda da equipe do Make-A-Wish, Esther Grace Earl passou um fim de semana especial junto a amigos, entre eles o escritor John Green. A menina, que lutava contra um tipo raro de câncer da tireoide e respirava com a ajuda de um cilindro de oxigênio, pôde se divertir com o grupo pouco tempo antes de sucumbir às complicações da doença. Esse é um dos momentos de seu diário, transformado postumamente por seus pais no livro A estrela que nunca vai se apagar.

São 37 afiliadas do Make-A-Wish espalhadas pelo mundo. A sede brasileira fica em São Paulo, e  conseguiu tornar realidade mais de 550 desejos, com o auxílio de uma rede de 300 voluntários, segundo dados que constam do site da fundação.

Clique aqui e entenda como você pode ajudar.

Veja abaixo alguns dos desejos realizados.

 


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