Uncharted 3: Drake’s Deception | Resenha 11
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Uncharted 3: Drake’s Deception | Resenha

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“Is must be Drake.” 
 

Em 2007 surgiu uma espécie de herói. Não um herói no sentido literal da palavra, já que ele estava atrás de tesouros e não ajudar a humanidade. Seu nome era Nathan Drake. No primeiro game, tudo era novidade e ainda haviam elementos a serem lapidados. Eis que dois anos depois, em 2009, a lapidação chegou a um estado perfeito no segundo game. Aclamado pelos jogadores e pela crítica, era consenso que era uma obra-prima. Mais dois anos depois somos agraciados com a terceira parte dessa trilogia: Uncharted 3: Drake’s Deception. Mas será que o nível que a segunda parte deixou foi superado?

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Drake está agora em busca da verdade por trás de uma expedição de Sir Francis Drake que possivelmente pode levá-lo até Ubar, a Atlantis do Deserto, um lugar repleto de segredos e tesouros. Mas até lá, Drake terá que confrontar seu passado e descobrir se seus amigos realmente são leais a ele.

A narrativa de Uncharted 3 é visível. A história é te cativa e é emocionante. Passando por diferentes lugares no mundo e tempos distintos (Flash Backs do início das aventuras de Drake e como ele conheceu Sullivan são apresentados). A história é tão envolvente que é fácil pensar que o jogador vai passar uma hora jogando e quando percebe já se foram três. É tão bem amarrado que há a expectativa de descobrir o que vem a seguir, o que faz com tudo se desenrole mais prazerosamente e nunca como se fosse uma obrigação.

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As quinze horas no modo single player é um verdadeiro espetaculo aos olhos. Desde os túneis úmidos e obscuros de Londres até O deserto, tudo é de um visual tão realista que demonstra como outras produtoras não conseguem trabalhar com todo o potencial do Playstation 3. O fogo, a água e principalmente a areia, surgem para mostrar que os games ainda tem muito que mostrar em quesito técnico. A melhoria do segundo para o terceiro é clara, mesmo que não seja tão escancarada assim.

E é tudo tão grandioso no game que a fotografia também colabora nesse sentido. Não são raras as vezes que o controle da câmera saí da sua mão para mostrar o quão pequeno é Drake naquele mundo, dando zoom out do personagem e mostrando quão grandioso é o cenário que o cerca (seja o cemitério de navios – esse um dos meus cenários preferidos -, seja o vasto deserto). E esse é o ponto que faz com que a Naughty Dog transforme o game num verdadeiro filme: os enquadramentos de câmera.

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Dentre as melhorias, há a possibilidade de poder jogar um granada de volta para quem arremessou. Mas a que mais se destaca, sem dúvida é o combate corpo a corpo. Não basta apenas apertar quadrado e esperar que o adversário caia. Agora é necessário, além de esmurrar, esperar o momento certo para apertar um triângulo ou apertar várias vezes um bola para se soltar do inimigo. Além disso, muitas vezes o cenário se mostra interativo com a ação, onde Drake pode jogar um inimigo pela janela ou usar uma garrafa para quebrar na cabeça do mesmo. Muitos comparam o sistema de combate ao de Batman. Não acho que chegue a tanto, mas adiciona uma boa mecânica, principalmente quando se está sem balas ou armas, o que obriga a partir para uma briga desesperada em busca de arma.

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A inteligência dos inimigos também foi melhorada, o que faz com que eles busquem melhor cobertura, se mecham mais e flanqueiem você. Nesses casos, você é obrigado e criar uma estratégia melhor, procurar por inimigos e ter que trocar sempre de armas, já que não são poucas vezes que deixar algo para trás complica sua vida mais pra frente.

Em essência, Uncharted 3: Drake’s Deception é um grande blockbuster pra ser jogado. 

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Acaba-se aqui a resenha. Vai viajar pelo mundo com Drake? 
– Capa
 
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Confira o trailer em português exibido na Game Show deste ano.
 

 

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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2 Comments

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