3 motivos para você acompanhar Os 13 porquês, a nova série do Netflix

Produzida pela cantora e atriz Selena Gomez e dirigida por Tom McCarthy (Spotlight: Segredos Revelados), a série Os 13 Porquês chega a plataforma do Netflix no próximo dia 31 de março.


Na história, baseada em um livro de mesmo nome e publicado no Brasil pela Editora Ática, Clay Jensen é um jovem que, ao voltar da escola, encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que foram feitas por sua colega Hannah Baker, que cometeu suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hannah explica haver treze motivos que a levaram à decisão de se matar, sendo que Clay é um deles. Agora, se vê motivado e curioso para ir até o fim e descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.



https://www.youtube.com/watch?v=yB5JQr8jw7w%20

Bom, nesse sentido, trago 3 motivos para que a história de Hannah e Clay seja conhecida. Já faz alguns anos que realizei a leitura, que me marcou profundamente. Quando o trailer foi divulgado, todas aquelas sensações que me invadiram naquele período retornaram com tudo.

1. A história segue uma linha em que estamos acostumados, narrando o cotidiano de um colégio, mas traz em sua essência um quê de mistério que faz toda a diferença e que traz reflexões próprias a esse universo adolescente. Acompanhar Clay e Hannah numa jornada de autodescobrimento faz com que o leitor se depare com situações improváveis e se choque com elas.

2. Um fator preponderante é o fato de que a narrativa é entremeada pelos dois pontos de vista. Ao mesmo tempo em que temos Clay no presente, encontrando as fitas e saindo em busca de respostas, temos a narração da própria Hannah que nos conta, por meio das fitas, momentos de sua vida e vai mostrando, aos poucos, os motivos que a levaram a causar suicídio. O próprio fato de serem fitas cassetes é algo a se chamar a atenção. Em entrevista contida na edição do livro, o autor comenta que teve inspiração para a história numa visita a um museu, onde a pessoa levava um gravador de fita e parado diante de cada objeto em exibição, apertava o play e descrevia o que estava olhando e toda a sensação que estava tendo.

3. E não menos importante, destaco as temáticas em torno da história. Como comentei anteriormente, a história criada por Jay Asher foge do habitual ao tratar de assuntos que são recorrentes ao universo adolescente, mas muitas vezes não são trabalhadas em outros livros. O suicídio é um assunto forte, mas aqui nesse caso o autor consegue dar outra conotação a ele. Da mesma maneira que cria uma tensão pelo que vai ser descoberto, o autor faz uma reflexão sobre o suicídio. Aliado a isso, o próprio bullying. São temas que precisam ser discutidos e pensados, porque afinal eles existem.

Contando com o elenco Katherine Langford, que interpretará a personagem principal Hannah Baker (este será o primeiro trabalho televisivo da australiana), Dylan Minnette (que atuou em Goosebumps – Monstros e Arrepios) como Clay, amigo de Hannah, Kate Walsh (Grey’s Anatomy) – como a mãe de Hannah – Derek Luke (Capitão América: O Primeiro Vingador) – como Mr. Porter – Alisha Boe (Atividade Paranormal 4), Justin Prentice (Awkward), Devin Druid (Mais Forte que Bombas), dentre outros, a história promete abalar estruturas e deixar os usuários em êxtase (algo que o Netflix sabe fazer muito bem, não é mesmo?)

A expectativa para a estreia da série é grande e acredito que não será por menos. A produção promete algo fiel a história que fará você refletir sobre o seu cotidiano e as suas escolhas.

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